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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

A luta contra o fascismo requer do diretório zonal uma nova forma de funcionamento.

Ao 1º Diretório Zonal do Rio de Janeiro.

Companheiros, a fascistada já está no governo e o governo já ataca o nosso povo. Não é hora da esquerda tirar férias, é hora de se preparar para o combate. Trata-se agora de mobilizar multidões de trabalhadores para o confronto com uma ditadura. E para isso precisamos de um partido militante, realmente militante, ou seja, de um partido que tenha atividade permanente e com grande envolvimento dos seus membros. É uma nova cultura partidária que precisamos adotar, uma nova forma de funcionamento, que exigirá de todos os filiados, mas principalmente dos dirigentes, uma entrega maior, mais trabalho, mais disciplina, mais empenho e mais sacrifício.

Em 2 de março de 2018 publiquei em meu blog e apresentei a esta instância uma "Contribuição para o aperfeiçoamento do Plano Estratégico divulgado em 21 de outubro pelo 1º Diretório Zonal do Rio de Janeiro/RJ". Este meu texto tinha como título "1º Diretório Zonal: O trabalho que prepara o combate" e ainda expressa o que penso sobre a forma como devemos atuar. Por isso o reapresento e peço a vocês que o leiam e que pensem e debatam sobre o que lhes proponho. Porque não basta a um partido militante definir uma estratégia, ou seja, um plano estabelecendo objetivos e as ações necessárias para alcançá-los. É preciso definir também como e com que recursos se pretende realizar estas ações, como executá-las, botá-las em prática efetivamente.

O diretório zonal deve ser entendido como uma organização destinada a contribuir para a conquista dos objetivos do partido, realizando no âmbito da sua jurisdição as ações que o partido estabeleça para alcançar os seus fins. Deve ser entendido, portanto, como uma unidade tática de combate político a serviço da estratégia definida pelo partido. Organizar e mobilizar o conjunto dos filiados da sua base para uma atuação partidária coletiva e unificada nas ruas sob um comando centralizado é a mais importante missão do diretório zonal como instância partidária dirigente. É desta missão que precisamos tratar prioritariamente neste início de ano. Como cumpri-la com eficiência e eficácia? O que precisamos fazer para dar conta deste desafio?

É preciso que todo petista tenha consciência hoje da gravidade da situação em que estamos. O que temos pela frente não é uma disputa política, é uma guerra. É para uma guerra que temos que nos preparar, conscientes dos riscos mas principalmente dos deveres que o compromisso com a luta pelo ideal de uma sociedade mais justa nos impõem. A solidariedade na luta é hoje mais fundamental do que nunca. Somos muitos, mas frágeis e vulneráveis isoladamente. Só teremos força para resistir e vencer se estivermos juntos no combate. E esta unidade de ação tão necessária só será possível se houver comando firme, exercido pela instância dirigente, e se houver uma forte organização dos filiados de base.

A organização, assim como o comando, da base é um dever da instância dirigente. Organizar a base significa identificar os talentos e vocações, conhecimentos e habilidades, disposições e disponibilidades de cada filiado e definir a melhor forma de empregar estes recursos na realização das ações do partido. É da sua base de filiados que o diretório zonal pode legitimamente extrair todos os recursos necessários para a implementação das suas políticas de finanças, comunicação, formação política e mobilização. Por isso a base de filiados deve ser o foco principal da atuação desta instância, tendo como metas prioritárias ampliar a sua base de arrecadação financeira, para custear a montagem e manutenção de uma infraestrutura e de uma imprensa próprias; e ampliar a sua base militante, já que o impacto das ações do diretório nos bairros será sempre tanto maior quanto maior for a densidade da participação de militantes.

Não se organiza e mobiliza um partido de massas como o PT do dia para a noite, assim como não se organiza e mobiliza milhões de trabalhadores num estalar de dedos. Organizar multidões é uma construção que demanda tempo, meses e até anos de trabalho intenso, contínuo e perseverante. Tampouco se pode esperar que a organização e mobilização alcançadas se sustentem ao longo do tempo sem a indução constante de um perseverante trabalho de base. "A grandeza dos desafios", diz a resolução do 6º Congresso, de 2017, "requer do PT firmeza e vigor na dinamização e fortalecimento das suas instâncias". Pois eu diria, para ser mais preciso, que a grandeza dos desafios requer novos hábitos.da vanguarda dirigente e de base deste partido. Já não cabe a disciplina frouxa e já não basta a atividade eventual. Precisamos de disciplina rígida e atividade permanente, ou seja, diária. Porque é isso que fará de nós o partido realmente militante que precisamos ser para enfrentar e vencer o fascismo e o ultraliberalismo.

Reitero o meu convite a todos para que leiam o meu texto "1º Diretório Zonal: O trabalho que prepara o combate", de 2 de março de 2018, uma "Contribuição para o aperfeiçoamento do Plano Estratégico divulgado em 21 de outubro [de 2017] pelo 1º Diretório Zonal do Rio de Janeiro/RJ".

Silvio Melgarejo

08/01/2019

sábado, 7 de abril de 2018

Cadê o 1º Diretório Zonal?

A indisciplina mais nociva que pode haver numa organização não é a indisciplina do comandado, é a indisciplina do dirigente. Pela razão muito simples de que o não cumprimento dos deveres do dirigente afeta profundamente o comportamento dos comandados e, em casos extremos, pode até deixar os comandados sem comando. Tendo isso em mente, eu pergunto aos meus companheiros do PT do Rio de Janeiro: Cadê o 1º Diretório Zonal desta cidade? O que estão fazendo os membros desta instância para mobilizar a sua base de filiados? É verdade que nunca foram realmente ativos, nem os membros da atual gestão nem os membros das gestões passadas. Mas será que nem a prisão do Lula desperta o senso de responsabilidade destes companheiros e os anima a cumprirem as tarefas que lhes cabem como dirigentes? Foi para isso que se candidataram no PED do ano passado? Para sumirem quando o PT mais precisa de um comando firme, que garanta a unidade de ação dos seus membros na resistência, em cada bairro, ao avanço do arbítrio?

“A grandeza dos desafios (...) requer do PT firmeza e vigor na dinamização e fortalecimento de suas instâncias", diz a Resolução sobre Situação Nacional, do nosso 6º Congresso. E cadê a firmeza e vigor dos membros do 1º Diretório Zonal? Cadê a presença destes dirigentes na base do partido, convocando filiado a filiado e ajudando cada um a descobrir como melhor servir à nossa causa?

Neste dia em que os petistas do Rio se irmanam com todos os democratas do país na dor e na revolta contra mais esta violência injusta sofrida por Lula, eu faço um apelo aos membros do 1º Diretório Zonal: Não se omitam, companheiros. Apareçam e cumpram o papel que lhes cabe, do melhor modo possível. Os filiados das zonas sul e centro do Rio precisam que vocês os orientem, os organizem e os motivem para a luta. Não existe organização espontânea e não existe unidade de ação coletiva sem um comando firme e centralizado. Pois é para isso mesmo que serve o diretório zonal, para organizar os filiados de um determinado território e comandá-los na ação coletiva, promovendo a unidade que, à ação coletiva, garante potência. Por isso eu apelo aos membros do 1º Diretório Zonal: Vamos trabalhar, companheiros! Vamos preparar a nossa base para o combate! Vamos fazer com que o partido de esquerda com o maior número de filiados seja também o partido de esquerda com o maior número de militantes engajados na mobilização das massas contra o fascismo. O Brasil todo deve reagir ao avanço do fascismo e nós precisamos estar na linha de frente dessa luta e fazer a nossa parte.

Há na base do PT do Rio uma grande reserva militante ociosa que precisa ser urgentemente convocada e posta em ação para o combate. E esta convocação é uma prerrogativa e uma atribuição principalmente das instâncias dirigentes locais em cada região. Cumpram, portanto, este dever, companheiros. Ajam. Não adiem a mudança de atitude que pode nos tornar uma força política relevante e influente nos bairros da nossa jurisdição, pela intensidade, constância, abrangência e densidade da nossa presença nas ruas. Vamos, sem demora, procurar os filiados da nossa base e construir com eles a unidade partidária de ação nas ruas que a gravidade extrema da situação política do país exige. É este o apelo que faço a cada um dos membros do 1º Diretório Zonal do PT do Rio de Janeiro.

Saudações petistas,

Silvio Melgarejo

07/04/2018

terça-feira, 6 de março de 2018

Sobre a Política de Finanças que propus ao 1º Diretório Zonal.

Após a publicação neste blog do artigo "1º Diretório Zonal: O trabalho que prepara o combate", apresentado como uma "contribuição para o aperfeiçoamento do Plano Estratégico divulgado em 21 de outubro pelo 1º Diretório Zonal do Rio de Janeiro/RJ", recebi mensagem de uma companheira dizendo que a política de finanças que ali proponho é inviável, porque "as contribuições [financeiras dos filiados] são feitas virtualmente e caem diretamente na conta da Direção Nacional [Diretório Nacional]" e que "não há repasse [de recursos do Diretório Nacional] para as zonais [diretórios zonais]". Escrevo este post para esclarecer melhor o que proponho. Aparentemente, a companheira que me mandou esta mensagem não leu os posts deste blog cujos links botei naquele texto. São os seguintes:
Seção 6 - Secretaria de Finanças
Capítulo 6 - Programa de Finanças para o 1º Diretório Zonal.
Nestes dois links encontra-se a minha proposta melhor detalhada, inclusive com os artigos do estatuto do PT que lhe respaldam. Botei os links para não alongar ainda mais aquele meu texto, achei que facilitaria. Mas vejo que convém explicar de forma resumida o que ali se lê, e vou tentar fazê-lo no restante deste artigo, com o maior prazer, acrescentando algumas reflexões, que acredito que possam contribuir para uma melhor compreensão do meu pensamento. Antecipo que o faço para demonstrar à companheira que me escreveu e a todos os demais companheiros que a viabilidade da política de finanças que proponho depende muito mais da atitude do 1º Diretório Zonal do que da atitude do Diretório Nacional. Então, vamos lá.

No texto "Finanças: Uma discussão delicada, mas fundamental para a estruturação e funcionamento do diretório zonal",  texto que integra o Projeto Ação PT de Diretório Zonal, que apresentei ao 1º Diretório Zonal em 2016, eu digo:
"Sobre o financiamento das infraestruturas e das atividades dos diretórios do PT, as diretrizes estabelecidas no estatuto do partido são bastante claras e devem ser rigorosamente observadas pelo 1º Diretório Zonal. Elas apontam tanto as fontes de recursos financeiros quanto a forma de arrecada-los e os responsáveis pelo controle das suas aplicações. No que diz respeito à questão financeira, o projeto do diretório zonal deve ser cumprir o que determina o estatuto do PT e conceber, além disso, ações que favoreçam à transparência dos seus atos e à segurança jurídica dos agentes partidários, dirigentes e filiados de base."
Dito isto, esclareço: a política de finanças que proponho tem como fontes de recursos financeiros as contribuições obrigatórias dos filiados, previstas no estatuto do PT, que são arrecadadas pelo Diretório Nacional para serem redistribuídas entre as demais instâncias; mas também as contribuições voluntárias dos filiados, igualmente previstas no Estatuto, que podem ser feitas diretamente pelos filiados aos diretórios zonais e municipais. O estatuto do PT estabelece que os filiados devem fazer apenas duas contribuições obrigatórias por ano, sendo uma por semestre. Isto significa que em cada ano, o filiado só contribui financeiramente com o partido em dois meses. O que eu proponho é que o 1º Diretório Zonal crie um Fundo Partidário Zonal, que seja alimentado por contribuições voluntárias dos filiados, de valor igual ao das contribuições obrigatórias, nos dez meses restantes.

Creio que o Diretório Nacional não repassa nada mesmo ao diretório zonal simplesmente porque não arrecada nada ou deve arrecadar algo perto de nada. Quem vê como o partido funciona ou pelo menos leu a descrição deste funcionamento na resolução sobre Estruturação e Funcionamento do Partido, do 6º Congresso, realizado ano passado, não deve estranhar isto que digo. Dentre os mais de 1 milhão e 800 mil filiados do PT, quantos depositam realmente as suas contribuições obrigatórias? Muito poucos, tenho certeza. E isto é culpa dos filiados da base? Evidentemente que não!!! É culpa dos dirigentes do partido, que não fazem trabalho de base, deixando a base à míngua de informação e formação política.

A relação do filiado do PT com o partido não é, sob o aspecto financeiro, muito diferente da relação do cidadão com o Estado. Se não for cobrado e se não for convencido de que é uma cobrança justa, o cidadão tende a não pagar mesmo os impostos. De modo análogo, se do filiado não se cobra o pagamento das suas contribuições financeiras obrigatórias e se a ele não se apresentam os motivos que justificam esta cobrança, como esperar que faça espontaneamente depósitos na conta do partido, ainda mais de seis em seis meses, sem que ninguém o lembre? Pois se o próprio partido se mostra completamente desinteressado destas contribuições e se o filiado não sabe sequer em que serão gastos estes recursos!

Qualquer contribuição financeira ao partido se materializa realmente como um ato administrativo. Mas é essencialmente um ato político, na medida em que origina-se da concordância do filiado com a política do partido e da confiança do filiado na boa fé dos seus dirigentes. Aí eu vos pergunto: Quantos filiados da base do 1º Diretório Zonal conhecem realmente a política desta instância? E quantos conhecem os seus dirigentes? Sabemos todos que muitíssimo poucos. A impressão que dá é que nem o próprio diretório conhece a sua política, por simplesmente não tê-la.

Não é de se admirar, portanto, que o volume de contribuições financeiras seja reduzidíssimo e que o 1º Diretório Zonal não tenha muito mesmo o que reivindicar ao Diretório Nacional. Ainda assim, defendo que o 1º Diretório Zonal o faça, que reivindique já do Diretório Nacional o que lhe é de direito, assumindo doravante uma postura altiva que imponha ao Diretório Nacional o devido respeito a esta instância zonal, que lhe está subordinada, e o devido respeito sobretudo ao estatuto do partido, que define claramente os direitos e deveres de cada instância.

Esta cobrança ao Diretório Nacional, da manutenção da regularidade dos repasses financeiros devidos ao 1º Diretório Zonal, deve ser feita pela nossa instância de modo formal, como ato administrativo, mas também de modo público, como ato político, para o qual devem ser chamados a tomar parte todos os filiados da nossa base. Porque é assim que se constrói uma democracia partidária de verdade: mobilizando a base do partido para influenciar as decisões da sua cúpula.

De acordo com o estatuto do PT, do valor da contribuição de cada filiado, 5% ficam retidos pelo Diretório Nacional, 10% vão para o diretório regional (estadual), 42,5% ficam com o diretório municipal e 42,5% restantes devem ser repassados ao diretório zonal.

Além de cobrar do Diretório Nacional os 42,5% da contribuição de cada filiado a que temos direito, defendo que o 1º Diretório Zonal reivindique os outros 42,5%, destinados ao diretório municipal. Esta reivindicação tem amparo no parágrafo 1º do artigo 190 do estatuto do PT, que diz:
"O Diretório Municipal poderá, em benefício do Diretório Zonal, abrir mão do percentual a que se refere a letra 'b', desde que o pedido seja devidamente formalizado perante a Secretaria Nacional de Finanças e Planejamento". 
Pois, formalizemos já este pedido. É o que proponho nos itens 2 e 3 do meu Programa de Finanças:
"2 - Cobrança junto à Secretaria Nacional de Finanças da manutenção da regularidade do repasse de 42,5% das contribuições semestrais de cada filiado da base do diretório zonal, determinado pelo artigo 190, inciso I, alínea "b" do estatuto do PT.

3 - Reivindicação ao diretório municipal de que abra mão da parte a ele destinada (42.5%) da contribuição de cada filiado da base do diretório zonal em favor do próprio diretório zonal, como prevê o parágrafo 1º do artigo 190 do estatuto do PT."
É fundamental que os membros do 1º Diretório Zonal tenham consciência de duas coisas. Em primeiro lugar que, sem dinheiro, esta instância nunca poderá superar a sua atual condição de completa irrelevância e inutilidade. E, em segundo lugar, que nenhuma política de finanças será viável neste diretório se os seus membros não se mobilizarem. Por isso, quando no meu Programa de Finanças eu proponho a "criação de um Fundo Partidário Zonal, alimentado com contribuições voluntárias dos filiados da base do diretório", eu logo em seguida indico a seguinte medida:
"Instituição de uma Campanha Financeira Permanente para cobrar de cada filiado o pagamento das contribuições semestrais obrigatórias, previstas no Estatuto, e para estimular o compromisso político de fazerem dez contribuições voluntárias mensais, no mesmo valor das contribuições obrigatórias, para alimentar o Fundo Partidário Zonal."
Isto significa que o diretório tem que se mover para mover a vanguarda da zonal, para que a vanguarda da zonal, sob o seu comando, realize o trabalho político e administrativo, junto aos filiados de base, que permitirá a realização não só da política de finanças da instância, mas também das suas políticas de organização, comunicação, formação política e mobilização. Se o 1º Diretório Zonal não se move, não adianta esperar que caia do céu o dinheiro para financiar a sua política. Tem que arregaçar as mangas e ir trabalhar pra valer na base. Porque a base do partido é como uma lavoura. Se cultivada, pode dar frutos. Mas se não for cultivada, não pode dar nada.

Silvio Megarejo

06/03/2018


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Leia também: 1º Diretório zonal: O trabalho que prepara o combate.

sexta-feira, 2 de março de 2018

1º Diretório Zonal: O trabalho que prepara o combate.

Contribuição para o aperfeiçoamento do Plano Estratégico divulgado em 21 de outubro pelo 1º Diretório Zonal do Rio de Janeiro/RJ.

Os dois principais objetivos do 1º Diretório Zonal para os próximos meses devem ser:
1º - Ampliar a sua base militante e

2º - Ampliar a sua base de arrecadação financeira.
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1 – A atuação do 1º Diretório Zonal só poderá ter um impacto relevante nos bairros da sua jurisdição se for uma atuação sistemática e se tiver uma alta densidade de participação de militantes. Por isso o 1º Diretório Zonal deve concentrar todos os seus recursos e todas as suas energias na própria preparação, como organização dirigente, e na preparação de toda a sua base de filiados para a realização de frequentes ações coletivas nas ruas envolvendo grandes contingentes de militantes.

2 – A preparação da base do 1º Diretório Zonal para ações de rua com grandes contingentes de militantes depende fundamentalmente da eficácia da comunicação e da qualidade da relação política do diretório zonal com cada filiado da sua base. E estes dois fatores, a eficácia da comunicação e a qualidade da relação política do diretório zonal com a sua base, dependem do estrito cumprimento das duas atribuições mais fundamentais das instâncias deste grau da hierarquia partidária, que há muito tempo estão descritas no estatuto do PT, mas que têm sido desde sempre negligenciadas, com graves e injustificáveis prejuízos para a atuação do PT nas zonas sul e centro do Rio. O artigo 87, alínea 'c', do estatuto do PT diz que "compete aos Diretórios Zonais (...) manter em dia o cadastramento dos filiados e filiadas do Zonal". E o artigo 88, alínea 'g', diz que "compete à Comissão Executiva Zonal (...) informar e atualizar TODOS os filiados e filiadas sobre políticas, propostas, publicações, materiais e demais iniciativas do Partido".

3 – O 6º Congresso do PT aprovou uma resolução que reforça enormemente a importância para o partido do cumprimento do artigo 87, alínea “c”, do Estatuto. Diz a resolução que: “Considerando a necessidade de fortalecer o PT para enfrentar a ofensiva conservadora que pretende retirar direitos sociais duramente conquistados, o 6º Congresso decide realizar no 2º semestre de 2017 uma Campanha Nacional de Filiação e de atualização de dados cadastrais dos filiados". O enunciado desta resolução contém, como se pode ver, duas diretrizes, das quais podem-se esperar dois efeitos distintos e também bastante evidentes. A campanha de filiações pode e obviamente visa ampliar a base de filiados do partido. E a campanha de atualização dos dados cadastrais dos filiados pode e certamente visa estabelecer canais eficazes de comunicação com os filiados que permitam a sua organização e mobilização.

4 – É importante salientar que, neste trecho da resolução aqui citado, o 6º Congresso define uma missão para o partido – atualizar o cadastro de filiados –, mas também estabelece, muito claramente, o método como esta missão deve ser cumprida. Diz a resolução que: "Para facilitar o acesso aos filiados, equipes deverão ser organizadas em cada município para promover atividades descentralizadas (nos bairros) e realizar visitas às residências dos filiados, bem como utilizar mídias sociais (como o Facebook, WhatsApp, Instagram, etc)”.

5 – Se o 1º Diretório Zonal ainda dispõe de poucos recursos materiais e humanos para realizar simultaneamente a campanha de filiações e a campanha de atualização do cadastro de filiados, então convém que ele otimize o uso destes recursos, que os empregue de modo racional, evitando a dispersão e o desperdício, afim de obter com eles os melhores resultados, no menor prazo possível de tempo. E eu não tenho a menor dúvida de que a melhor estratégia para isso seria ampliar progressivamente a base militante do diretório zonal, através da campanha de atualização do cadastro de filiados, e transformar esta base militante progressivamente ampliada em protagonista da sua campanha de filiações. Isto significa que, ao invés de fazer uma campanha de filiações aleatória nas ruas, que tende a provocar dispersão e desperdício de recursos, o diretório zonal deve fazer uma campanha focalizada na sua base de filiados, propondo a cada filiado que assuma o compromisso de trabalhar para conseguir uma quantidade determinada de novas filiações, que cada filiado, enfim, se comprometa com o esforço para atingir uma determinada meta em um determinado prazo. Com isso o diretório zonal tornaria agente da ampliação da sua base a própria base engajada na campanha de filiações.

6 – A estratégia que proponho consiste, portanto, em que o diretório zonal e a vanguarda da zonal concentrem todos os seus recursos e energias na campanha de atualização do cadastro de filiados e que usem as oportunidades de encontro com os filiados, proporcionadas por esta atividade, para envolve-los na campanha por novas filiações. As "visitas às residências dos filiados", determinadas pelo 6º Congresso para a confirmação e atualização dos seus dados cadastrais, serão as ocasiões mais propícias para o início do trabalho de convencimento e obtenção do compromisso de cada filiado de tentar filiar um certo número de pessoas do seu círculo de relações sociais. O que eu proponho, portanto, é que diretório e vanguarda da zonal façam um grande esforço concentrado para transformar cada filiado entrevistado num militante a serviço da campanha de filiações do partido.

7 – É importante ter claro, insisto, que são duas tarefas com objetivos distintos. A campanha de filiações serve para ampliar a base de filiados, enquanto a atualização do cadastro de filiados serve para organizar a base de filiados já existente. Mas é muito importante que o diretório e a vanguarda da zonal compreendam também que a organização da base já existente permitirá que o diretório invista um volume muito maior de recursos materiais e humanos na campanha de filiações do que tem sido até hoje possível, o que aumentará significativamente as perspectivas de melhores resultados nesta tarefa. A tendência é que o avanço da campanha de atualização do cadastro leve a um progressivo aumento da quantidade de filiados-militantes e consequentemente a um progressivo aumento do volume de novas filiações. A campanha de atualização do cadastro de filiados criará as condições objetivas para uma melhoria sensível da comunicação do diretório com os filiados da sua base. E quanto melhor for a comunicação e a relação do diretório com os filiados da sua base, mais condições o diretório terá de organizar e mobilizar estes filiados para qualquer atividade partidária.

8 – O método de trabalho indicado pelo 6º Congresso para a atualização do cadastro de filiados - "equipes deverão ser organizadas em cada município para promover atividades descentralizadas (nos bairros) e realizar visitas às residências dos filiados" -,  é o único método capaz de garantir o efetivo cumprimento do artigo 88, alínea 'g', do estatuto do PT, que diz que "compete à Comissão Executiva Zonal (...) informar e atualizar TODOS os filiados e filiadas sobre políticas, propostas, publicações, materiais e demais iniciativas do Partido". Do integral cumprimento desta atribuição do diretório zonal descrita no artigo 88, alínea 'g', do estatuto do PT é que depende fundamentalmente a realização de todas as demais tarefas da construção partidária e da mobilização do partido pelo 1º Diretório Zonal. Depende a efetiva realização da sua política de formação política, da sua política de organização, da sua política de finanças e da sua política de mobilização.

9 – “Equipes deverão ser organizadas em cada município para promover atividades descentralizadas (nos bairros) e realizar visitas às residências dos filiados, bem como utilizar mídias sociais (como o Facebook, WhatsApp, Instagram, etc)”, diz a resolução do 6º Congresso. Trata-se de uma estratégia de comunicação que articula o uso de mídias impressas com o uso de mídias eletrônicas. A mídia eletrônica é mais ágil, tem menor custo financeiro para o partido e é mais cômoda para o militante. Mas a mídia impressa, embora bem mais onerosa, sob todos os aspectos, é a única mídia passível de ser usada no trabalho partidário de rua, que é o trabalho mais efetivo. A mídia impressa é a única mídia capaz de manter a militância do partido no front das suas futuras batalhas, armada permanentemente para o combate com um discurso unificado, determinado pelo conteúdo dos textos divulgados.

10 – O plano estratégico divulgado em outubro de 2017 pelo 1º Diretório Zonal prevê a edição de um "boletim físico ordinário", um boletim impresso. Mas não definiu prazo nem responsáveis por esta tarefa, o que denota uma completa falta de compreensão sobre a sua real importância. É preciso dar prioridade máxima ao início da edição e distribuição deste boletim a todos os filiados da base do 1º Diretório Zonal. O boletim impresso é a ferramenta mais fundamental e por isso mesmo mais indispensável para o trabalho de base do diretório, que permitirá a realização das suas políticas de formação política, organização, finanças e mobilização. O boletim impresso é absolutamente necessário para a realização da campanha de atualização do cadastro de filados e para a campanha de filiações do partido. É a entrega deste boletim aos filiados que vai permitir a aproximação e abordagem dos filiados da base pelos militantes e estabelecer a necessária conexão da vanguarda com a massa da zonal. Esta conexão entre a vanguarda e a massa dos filiados é fundamental para a realização de uma política de mobilização permanente de grandes contingentes de militantes.

11 – O boletim impresso precisa ser criado urgentemente para ser o embrião de um projeto de imprensa partidária, que comece atendendo ao público interno da zonal, mas que deve avançar para se projetar na sociedade, falando também para toda a classe trabalhadora residente ou em trânsito nos bairros da jurisdição do 1º Diretório Zonal. Para a propaganda do partido junto a esta população as ferramentas do 1º Diretório Zonal devem ser mídias impressas, como o jornal e o panfleto, já que, insisto, as mídias impressas são as únicas mídias passíveis de serem usadas no trabalho de propaganda política nas ruas. O conteúdo dos jornais e panfletos do diretório deve combinar a produção jornalística própria da instância com a produção jornalística dos sites e blogs de esquerda na internet. O 1º Diretório Zonal deve tomar como missão prioritária levar para as ruas, para que chegue aos trabalhadores de forma contínua e massificada, a produção da imprensa de esquerda divulgada na internet e divulgar estes órgãos de imprensa de esquerda, estas páginas, para aumentar tanto quanto possível as suas audiências. O 1º Diretório Zonal deve, além disso, adotar a prática de emitir notas oficiais à sociedade através de panfletos e através da internet.

12 – O 1º Diretório Zonal deve inaugurar um canal no Youtube para transmissões ao vivo e para a divulgação dos seus vídeos. As reuniões, debates e palestras promovidas pelo diretório devem ser transmitidas ao vivo para permitir a participação do maior número possível de filiados e simpatizantes do PT através da internet.

13 – No Facebook, o 1º Diretório Zonal deve criar uma fanpage, para a comunicação oficial da instância com a sociedade, e um grupo secreto para a comunicação interna da zonal, do diretório com os filiados da sua base e dos filiados da base entre si. O atual grupo do 1º Diretório Zonal no Facebook deve ser extinto, porque foi ocupado de forma totalmente desordenada e se inviabilizou como instrumento de construção partidária.

14 –Minha proposta de política de comunicação para o 1º Diretório Zonal está melhor detalhada nas seguintes postagens do meu blog, publicadas em 2014 e 2016:
Guerrilha da comunicação: O panfleto é a nossa arma.
Seção 4 - Secretaria de Comunicação

15 – O 1º Diretório Zonal precisa urgentemente de uma sede provisória que funcione diariamente como uma base fixa e permanente de operações, equipada com telefone, computador, conexão de internet e impressora. Esta sede/base fixa de operações provisória será o ponto de partida para a criação das condições materiais que permitirão a estruturação definitiva do diretório zonal. O 1º Diretório Zonal deve pedir ao núcleo Largo do Machado que permita o uso compartilhado da sua sede, em caráter provisório e mediante condições a serem negociadas.

16 – O 1º Diretório Zonal deve adquirir uma tenda para funcionar como base móvel de operações nas  suas intervenções nos bairros.

17 – Política de finanças. A aquisição, equipagem e manutenção da sede/base fixa de operações e a produção e distribuição em grande escala dos boletins impressos terá, evidentemente, um custo financeiro. Por isso é também urgente definir e implementar o quanto antes uma política de finanças. O 1º Diretório Zonal precisa de dinheiro para financiar as suas operações. É preciso assumir esta realidade e dizer isso claramente a todos os filiados, sem medo de que eles possam desconfiar das nossas intenções. Eles, ao contrário do que se possa supor, devem receber a cobrança de contribuições financeiras com naturalidade, por ser afinal algo absolutamente previsível em qualquer associação. Quem se filiou ao PT, o fez porque quer ser mais do que um simples eleitor do partido, o fez porque quer dar ao PT mais do que o seu voto. Quem se filiou ao PT, o fez porque quer participar de forma direta da construção e manutenção do partido. Portanto, não há porque duvidar da disposição de todos os filiados da base do 1º Diretório Zonal de contribuírem financeiramente com a instância. Eles com certeza o farão com orgulho e alegria por poderem ser úteis. Minha proposta de política de finanças para o 1º Diretório Zonal está descrita nos seguintes textos que publiquei em meu blog em 2016:
Seção 6 - Secretaria de Finanças
Capítulo 6 - Programa de Finanças para o 1º Diretório Zonal.

18 – Para a organização da base de filiados do 1º Diretório Zonal reapresento aqui as duas propostas que venho defendendo junto a esta instância desde 2013: a criação de Comitês de Filiados por Bairro e a realização de um Censo Partidário Zonal. O detalhamento destas propostas está descrito nas seguintes postagens do meu blog:
Pela realização do Censo Partidário Zonal.
Pela criação de Comitês de Filiados por Bairro.
Seção 3 - Secretaria de Organização
Seção 2 - Organização de base

A organização do partido nos bairros é absolutamente coerente com a estratégia definida pelo 6º Congresso para a realização da campanha de atualização do cadastro de filiados do partido.

19 - Duas advertências muito importantes precisam ser feitas:

1º - Os comitês de filiados por bairro que proponho não são a mesma coisa que os núcleos de base. Diferentemente dos núcleos, os comitês de filiados por bairro devem ser braços do diretório zonal nos bairros, criados por iniciativa do diretório zonal e mantidos sob o comando permanente e direto do diretório zonal.

2º - Os comitês de filiados por bairro que proponho não substituem os Comitês Populares em Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser candidato à Presidência da República, nem os comitês da Frente Brasil Popular, porque não têm as mesmas funções que eles. Como extensões do diretório zonal, os comitês de filiados por bairro deverão ser executores das políticas desta instância nos bairros, sobretudo das políticas relacionadas à construção partidária, à realização da democracia interna do partido e à criação das condições necessárias para que o partido tenha um real e significativo poder de ação coletiva nos bairros da jurisdição do diretório zonal. Se é política do PT a criação e participação em comitês suprapartidários como estes citados, é preciso ter muito cuidado para não permitir a diluição do partido nestes movimentos. O PT é o PT e não pode ser substituído pelos Comitês Populares em Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser candidato e nem pelos comitês da Frente Brasil Popular. A prioridade dos membros do 1º Diretório Zonal deve ser a construção do partido nas zonas sul e centro do Rio de Janeiro, porque esta é a sua principal atribuição e porque esta é a principal missão do 1º Diretório Zonal, a missão que justifica a existência desta instância.

Silvio Melgarejo

02/03/2018

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Leia também: Sobre a Política de Finanças que propus ao 1º Diretório Zonal.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Meus votos na eleição do Rio.

Filiado ao PT, no Rio Janeiro, pela primeira vez na vida não votei em candidatos do partido. Foram duas decisões dolorosas, mas muito fáceis de serem tomadas porque as razões que as justificam eram por demais evidentes e não me davam outra alternativa. Votei em Tarcísio Mota, do PSOL, para vereador, para impedir que o PT alcançasse um coeficiente partidário que permitisse a eleição de dois candidatos que suspeito serem ligados a milícias e ao mesmo tempo ajudar a aumentar a bancada de esquerda na câmara municipal. E votei em Marcelo Freixo para garantir a presença de um candidato de esquerda no segundo turno da eleição para prefeito e ao mesmo tempo derrotar o PMDB de Pedro Paulo.

As razões da minha decisão de não votar em nenhum candidato do PT na eleição para vereador estão no texto "Voto petista não pode mais eleger milicianos", postado neste blog em 29 de setembro. Exatamente como eu previa, os candidatos do PT Elton Babu e Edson Zanata ficaram nas mesmas posições que alcançaram na eleição de 2012, como 3º e 4º colocados na lista de candidatos inscritos pelo partido. Só não foram reeleitos porque o coeficiente partidário do PT, que em 2012 garantiu 4 cadeiras na câmara, caiu pela metade e desta vez só deu direito a 2. De modo que o PT foi salvo pelo próprio encolhimento e me apraz saber que muito, mas muito modestamente mesmo, contribui para isso. Porque é evidente que o PT não encolheu apenas pela falta do meu mísero voto, encolheu pela política errada que adotou ao longo de anos.

Sobre o meu voto para prefeito, a história é um pouco mais longa. Ele veio amadurecendo desde janeiro deste ano, quando publiquei neste blog o texto "PT deve apoiar Marcelo Freixo (PSOL) para prefeito do Rio. Aliança com PMDB é formação de quadrilha que hoje só serve ao retrocesso". Mas só tomei a decisão mesmo na manhã do dia da eleição. As últimas pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas na véspera, quando, por dever de fidelidade partidária, eu ainda tinha intenção de votar em Jandira, apontavam, numa estimativa que só considerava os votos válidos (descartados brancos, nulos e indecisos), empate no 2º lugar, dentro da margem de erro, entre Freixo e Pedro Paulo. Pelo Datafolha, os dois teriam 14% das intenções de voto e pelo Ibope, entre 12 e 14%. Estaria se dando, portanto, segundo estes dois institutos, uma acirrada disputa pela segunda vaga do 2º turno contra Marcelo Crivella, entre Freixo e Pedro Paulo, enquanto Jandira ficava pra trás, em 7º lugar, pelo Datafolha, com entre 5 e 9% das intenções de voto, e em 6º lugar, pelo Ibope, com entre 4 e 10%. Se a estimativa mais otimista para Jandira era esta do Ibope que dizia ser possível ela alcançar até 10% dos votos válidos - pelo Datafolha, 9% -, no limite máximo da margem de erro da pesquisa, para Freixo a estimativa mais otimista era de que ele poderia alcançar até 18% dos votos válidos, segundo o Datafolha, e até 16%, segundo o Ibope. Pelo Datafolha, o índice de rejeição a Jandira seria de 24% e o de Freixo, 12%, enquanto o Ibope indicava 37% de rejeição a Jandira contra 20% a Freixo. Eram mais do que evidentes a superioridade do potencial de votação do candidato do PSOL e a fragilidade da nossa candidatura.

Vi-me, então, ante o seguinte dilema: dar ou não dar crédito a estas pesquisas? Optei por acreditar, porque elas correspondiam exatamente à percepção e às expectativas que eu tinha desde o início do ano. Por isso votei em Marcelo Freixo. E, vendo o resultado da eleição, não tenho dúvida de que fizemos, eu e muitos outros petistas que aderiram na última hora ao chamado "voto útil', a melhor escolha possível. Porque as pesquisas estavam certas. O candidato do PSOL derrotou o do PMDB por uma diferença mínima, de apenas 2,14% dos votos válidos, um resultado bastante apertado. Freixo teve 18,26% dos votos e Pedro Paulo, 16,12%. O candidato do PMDB teve 2,12% a mais de votos do que o previsto tanto pelo Datafolha, quanto pelo Ibope, como limites máximos das suas respectivas margens de erro, enquanto o do PSOL teve 0,26% a mais do que o previsto como limite máximo para sua votação pelo Datafolha e 1,26% a mais do que o estimado pelo Ibope. Aparentemente, esquerda e direita praticaram o "voto útil'. E, felizmente, a esquerda levou a melhor. Agora, é juntar forças para ganhar o 2º turno e conquistar o direito de governar a Cidade Maravilhosa, derrotando o candidato da burguesia e da direita corrupta e obscurantista e elegendo o candidato dos trabalhadores e de toda esquerda não contaminada pelo mal do sectarismo, do qual, não obstante, ainda padece o próprio PSOL. Sectarismo não se combate com mais sectarismo. Sou PT e fecho com Freixo.

Silvio Melgarejo

10/10/2016

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Sobre o preconceito contra o debate partidário na internet.

(Trecho de uma mensagem enviada à lista de e-mails do 1º Diretório Zonal do PT-Rio/RJ)

Você pode não me conhecer fisicamente, mas deve conhecer mais o meu pensamento político do que o da maioria das pessoas que encontra nos eventos que vai - reuniões e atos públicos -, inclusive membros do diretório.

Tento contribuir com o partido apresentando minhas opiniões e propostas da maneira que melhor sei expressá-las, que é por escrito, através da mídia mais democrática que existe, que é a internet, e lamento quando alguns desprezam esta forma de participação, atribuindo à presença física em eventos um valor político absoluto.

As ideias que um militante expressa com seu corpo e voz numa tribuna física não são, só por serem apresentadas desta forma, superiores às que um outro expressa por escrito na internet, nem esta forma de comunicação significa que seja maior o seu compromisso com o partido e sua disposição para o trabalho prático.

O partido tem que aprender a identificar e usar as vocações, talentos, disposições e disponibilidades de cada filiado e não estabelecer um padrão único de participação ou uma hierarquia de valor que exalta uns e despreza outros, mantendo-os à margem.

Silvio Melgarejo

01/08/2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Textos sobre administração partidária.

PT - Administração Partidária

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Projeto de Diretório Zonal




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20/05/2013

Para avançar mais é preciso mais democracia.


02/07/2013

Reflexões e propostas para a administração do 1º Diretório Zonal do PT-Rio/RJ.


02/07/2013

A importância da organização, segundo Moreno, Lenin e Trotsky. (Depoimentos sobre Sverdlov, o administrador intuitivo do Partido Bolchevique)


04/07/2013

"O que se quer é um partido que não se desmantele ao primeiro golpe militar." (José Dirceu, sobre o PT, em 1986)


04/07/2013

"Precisamos priorizar as ações de organização, formação política e comunicação." (Articulação de Esquerda, no 3º Congresso do PT, em 2007)


04/07/2013

Re: Sem mobilização e luta popular não haverá plebiscito. (1)


04/07/2013

Re: Sem mobilização e luta popular não haverá plebiscito. (2)


05/07/2013

Re: Sem mobilização e luta popular não haverá plebiscito. (3)


05/07/2013

Administração partidária para que?


06/07/2013

DENÚNCIA: Presidente da 1ª zonal não tem listagem de filiados.


09/07/2013

Iguais no desprezo pela administração partidária.


09/07/2013

Não basta tocar o apito. Sem organização, não tem mobilização partidária.


09/07/2013

Re: Boletos para contribuição partidária. (1)


10/07/2013

O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal.


11/07/2013

Re: Boletos para contribuição partidária. (2)


11/07/2013

Re: Boletos para contribuição partidária. (3)


11/07/2013

Pela realização do Censo Partidário Zonal.


12/07/2013

Re: Boletos para contribuição partidária. (4)


12/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (2)


13/07/2013

Onde estão os "sverdlovs" petistas? Um censo partidário dirá.


14/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (3)


14/07/2014

Re: "O PT precisa ouvir as ruas e enfrentar a acomodação e a burocratização internas."


16/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (4)


16/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (5)


19/07/2013

Lula no The New York Times: VAI PRÁ BASE, PT!!!


19/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (6)


21/07/2013

Re: URGENTE - BOLETOS PARA CONTRIBUIÇÃO PARTIDÁRIA. (1)


21/07/2013

Re: URGENTE - BOLETOS PARA CONTRIBUIÇÃO PARTIDÁRIA. (2)


13/08/2013

Lula, aos dirigentes do PT: "Mais pé na estrada e menos bunda na cadeira".


21/07/2013

O PED não pode deixar de tratar da organização partidária.


23/08/2013

Re: Lula no The New York Times: VAI PRÁ BASE, PT!!! (1)


23/08/2013

Re: URGENTE - BOLETOS PARA CONTRIBUIÇÃO PARTIDÁRIA. (3)


11/10/2013

Não vou responder a baixaria. Vou continuar a debater política.


05/11/2013

O 1º Diretório Zonal já faz parte da Rede PT Brasil?


08/11/2013

Organização Partidária: Um tema ausente do PED zonal.


20/11/2013

Sem organização, não há mobilização partidária.


05/12/2013

Política e PT, economia e empreendedorismo: Debate com Marcos Zarahi.


06/01/2014

Crítica ao desprezo da Articulação de Esquerda pela administração do partido.


14/01/2014

Debate com o companheiro Guilherme Simões Reis.


17/01/2014

Debate sobre política de alianças e construção partidária com um dirigente obtuso, autoritário e negligente.


21/01/2014

Sem organização social e partidária, não há revolução, nem reformas.


23/01/2014

O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política.


25/01/2014

Re: O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política. (1)


26/01/2014

Administrar prá democratizar e lutar (reflexões e propostas) - 2ª versão


27/01/2014

Pela realização do Censo Partidário Zonal. (reedição)


29/01/2014

Re: O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política. (2)


30/01/2014

Re: O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política. (3)


30/01/2014

Re: O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política. (4)


31/01/2014

Quando o ideal político morre no discurso.


08/02/2014

PT deve combater o racismo e a barbárie na Zona Sul do Rio. Proposta de plano de ação para o 1º Diretório Zonal.


14/05/2014

Projeto Ação PT: Por um diretório zonal democrático, de massas e de quadros, militante e dirigente.


19/07/2014

Administração partidária e campanha do Lindberg: Debate com Carlos Ocké.


19/07/2014

Sem partido organizado e mobilizado, todo ideal político morre no discurso.


02/08/2014

Do jeito que estamos, nem revolução, nem reformas.


31/08/2014

Mensagem aos petistas sobre a campanha eleitoral.


09/09/2014

Pela criação de Comitês de Filiados por Bairro.


11/09/2014

Re: Pela criação de Comitês de Filiados por Bairro. (1)


12/09/2014

O descaso com administração partidária pode levar o PT ao fracasso como projeto de partido socialista democrático. Diálogo com Carlos Ocké.


15/09/2014

Re: Pela criação de Comitês de Filiados por Bairro. (2)


16/02/2014

Re: Fwd: Compromisso da Reforma Política.


18/09/2014

Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão?


19/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (1)


20/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (2)


20/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (3)


21/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (4)


21/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (5)


22/09/2014

Por que agora? Porque depois será tarde.


22/09/2014

O erro do PT é não estar se construindo como partido organizador e dirigente das mobilizações dos trabalhadores.


24/09/2014

Podendo ter 3 mil militantes em ação, 1º DZ prefere ficar com só meia dúzia.


26/09/2014

Condições para mudar a correlação de forças.


28/09/2014

Resumo da Proposta de Plano de Ação e histórico das contribuições enviadas ao 1º Diretório Zonal no primeiro mês da gestão Le Cocq (janeiro de 2014).


30/09/2014

A hegemonia do descaso pela construção partidária no PT. Diálogo com o companheiro Carlos Ocké.


30/09/2014

Pelo cumprimento do Artigo 87, letra "c", do Estatuto do PT.


30/09/2014

Pelo cumprimento do Artigo 88, letra "g", do Estatuto do PT.


05/10/2014

Estratégia e tática na luta pela saúde pública. Programa Mais Especialidades. Diálogo com Carlos Ocké.


04/11/2014

PT deve estar preparado para enfrentar e vencer as agressões fascistas e fazer valer o seu direito à livre manifestação democrática nas ruas. Debate com Mara Rocha.


11/11/2014

A presidência da república é ou não é do PT? Correlação de forças, governo de coalizão e partido militante.


14/11/2014

Concepção de partido aprovada no 5º Encontro Nacional do PT, de 1987.


14/11/2014

Próxima missão dos petistas.


16/11/2014

Contra o golpe, construir o partido e mobilizar os trabalhadores.


17/11/2014

Estratégia petista contra o golpe, pela Reforma Política e pela Democratização da Mídia.


18/11/2014

Sem organização, o partido é uma máquina desmontada. Debate com o presidente do 2º Diretório Zonal e outros companheiros.


18/11/2014

Por um partido indutor, organizador e dirigente das mobilizações dos trabalhadores.


19/11/2014

O que é "construir o partido".


20/11/2014

Não existe mobilização espontânea. A importância do partido militante e dirigente.


20/11/2014

Por um partido indutor, organizador e dirigente das mobilizações dos trabalhadores.


21/11/2014

O que é "organizar a base do partido".


21/11/2014

O impeachment de Dilma continua sendo a estratégia da oposição de direita.


22/11/2014

Sobre uma esquerda que não tem noção da própria fragilidade e sua revolta injustificada ante o convite de Dilma à Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura.


22/11/2014

Próxima missão dos petistas: Pacto pela Construção Partidária.


24/11/2014

O que tem feito os membros de diretórios do PT? Pacto pela Construção Partidária já.


16/11/2014

Sem organização, não há democracia partidária.


28/11/2014

Não existe partido organizado sem dirigentes disciplinados.


29/11/2014

Correlação de forças e administração partidária: Dois temas que precisam ser estudados e discutidos pela vanguarda petista.


02/12/2014

Artigo 87 do Estatuto do PT: Manter em dia o cadastro de filiados.


02/12/2014

Artigo 88 do Estatuto do PT: Manter os filiados informados sobre as ações do partido.


02/12/2014

A importância dos quadros organizadores.


02/12/2014

Dilma manda, Levy obedece ou cai fora.


03/12/2014

Máquina desmontada não serve prá nada.


04/12/2014

Por uma máquina de organizar e mobilizar multidões.


05/12/2014

Razões da inação do PT.


06/12/2014

O que é "administrar o partido". (1)


07/12/2014

O que é "administrar o partido". (2)


07/12/2014

Sem Administração não se realiza a Política.


09/12/2014

Contra o golpe, construir o partido e mobilizar os trabalhadores.


09/12/2014

Pacto petista pela Construção Partidária.


10/12/2014

Sem comando, organização e disciplina, o PT não conseguirá resistir ao golpe.


11/12/2014

Uma decisão urgente.


12/12/2014

Estratégias e táticas precisam de meios para serem realizadas.


14/12/2014

Povo desorganizado e desmobilizado é povo fraco.


14/12/2014

É hora de fazer do PT uma máquina de organizar e mobilizar multidões.


15/12/2014

Sem organização, o partido é uma ferramenta de luta desmontada.


16/12/2014

Os dirigentes que o PT precisa.


17/12/2014

Sem partido organizado e mobilizado, não se faz revolução, nem reformas.


17/12/2014

Missão dos diretórios e condição para que possa ser cumprida. (1)


18/12/2014

Missão dos diretórios e condição para que possa ser cumprida. (2)


19/12/2014

O voto nas urnas não pode ser um cheque em branco em favor dos eleitos.


19/12/2014

O voto nas urnas do PED não pode ser um cheque em branco em favor dos eleitos.


25/12/2014

Não cobrem da Dilma. Cobrem dos membros de diretórios.


25/12/2014

Está fadada à derrota uma esquerda que despreza a construção partidária e a organização das massas.


26/12/2014

Resolução do Diretório Nacional do PT sobre a Reforma Política e algumas perguntas.


27/12/2014

Crítica ao desprezo pela construção do partido e pela administração dos seus diretórios.


27/12/2014

Os presidentes de diretórios e seus secretários são os maiores responsáveis pela construção do PT.


27/12/2014

É preciso acabar com o desprezo pela administração do partido.


28/12/2014

O partido está para a luta política, assim como o exército está para a guerra.


29/12/2014

Os diretórios estão para o partido, assim como, para o exército, estão as unidades militares de combate.


30/12/2014

Condições para o bom funcionamento do partido.


30/12/2014

A vanguarda petista precisa vencer seu preconceito contra a administração partidária.


03/01/2015

Contra os Diretórios Fantasmas, um Pacto Pela Construção Partidária.


04/01/2015

Democracia interna e poder de ação do partido dependem do funcionamento dos diretórios.


06/01/2015

A fonte de todos os recursos que o PT precisa para se renovar.


07/01/2015

Abaixo os diretórios fantasmas.


07/01/2015

Concepção de partido aprovada no 5º Encontro Nacional do PT, de 1987.


21/01/2015

Petistas, salvem o PT!!!


01/02/2015

Se queremos... então, temos...


02/02/2015

É hora de fazer do PT uma máquina de organizar e mobilizar multidões.


02/02/2015

Sem partido organizado e mobilizado, todo ideal político morre no discurso.


08/02/2015

Sem Administração, não se realiza a Política.


09/02/2015

A democracia interna e o poder de ação do partido dependem do funcionamento dos seus diretórios.


20/02/2015

Uma máquina de organizar e mobilizar multidões. (1)


20/02/2015

Uma máquina de organizar e mobilizar multidões. (2)


23/02/2015

Junho pode ser tarde demais para reagir.


26/02/2015

Contra o golpe e pela democracia, construir o partido e mobilizar os trabalhadores.


27/02/2015

É hora de organizar e mobilizar o PT, para que o PT organize e mobilize as massas.


27/02/2015

O primeiro passo para se organizar o partido é organizar e atualizar o cadastro de filiados de cada diretório.


27/02/2015

Pela criação de comitês de filiados por bairro.


28/02/2015

A força de um partido está na organização e disciplina dos seus membros.


28/02/2015

Porque defendo a organização dos filiados do PT em Comitês de Bairro.


28/02/2015

Cadastro de filiados e Comitês de Bairro.


09/03/2015

A indisciplina dos dirigentes do PT está conduzindo o partido à ruína.


10/03/2015

O estatuto do PT e a disciplina dos dirigentes.


10/03/2015

Sem dirigentes disciplinados, não há organização partidária.


11/03/2015

Se houvesse um golpe hoje.


15/03/2015

Dia 13 e os próximos passos. A internet é a nossa mídia.


15/03/2015

Notável desdém, inexplicável apatia.


21/03/2015

Por que o 1º Diretório Zonal não funciona?


24/03/2015

O PT e a frente de esquerda.


30/03/2015

Os problemas organizativos e funcionais de hoje começaram em 82.


15/04/2015

Enquete de Rui Falcão, sobre a decisão do PT de abrir mão, voluntariamente, de doações empresariais.


15/04/2015

Lutar ou morrer.


16/04/2015

Petistas, apertem os cintos.


16/04/2015

Um cachorro velho e desdentado.


16/04/2015

"Dirigentes partidários, personalidades públicas e detentores de mandatos eletivos são filiados com deveres superiores aos demais." (1º Congresso Nacional do PT, 1991)


16/04/2015

O PT no corredor da morte.


17/04/2015

Acabou a mamata dos dirigentes fantasmas.


17/04/2015

Decisão histórica: O PT não aceita mais doação de empresas.


29/04/2015

E o PT é um carro enguiçado.


06/05/2015

Virou zona, tá valendo tudo.


08/05/2015

Re: Virou zona, tá valendo tudo. (1)


08/05/2015

Re: Virou zona, tá valendo tudo. (2)


14/05/2015

Só uma rebelião da militância pode salvar o PT do suicídio político.


15/05/2015

Re: A saída é pela esquerda.....POR UM FRENTE DE ESQUERDA COM FREIXO EM 2016!!! (3)


22/05/2015

A vitória depende da execução perfeita de uma estratégia correta.


22/05/2015

A saída é pela esquerda. Mas é preciso ter força para abrir a porta.


28/05/2015

Por que se resiste tanto à ideia de que o partido precisa de administração?


28/05/2015

De que adianta ter 1,7 milhão de filiados desorganizados e desmobilizados?


28/05/2015

Por que somos este exército de impotentes?


29/05/2015

Não existe organização espontânea.


13/06/2015

Ao 5º Congresso, seis propostas de medidas para garantir o funcionamento pleno e regular dos diretórios.


25/06/2015

Seis propostas de medidas para garantir o funcionamento pleno e regular dos diretórios.


01/08/2015

Seis propostas de medidas e uma condição básica para o funcionamento pleno e regular dos diretórios do PT.


19/08/2015

Diálogo sobre o PT, com Marat Calado.


24/08/2015

"O PT precisa de uma revolução interna", diz Lula.


25/08/2015

A revolução no PT, que Lula propõe, pode começar com um Encontro Nacional Extraordinário.


28/08/2015

Sete propostas de medidas e uma condição básica para garantir o funcionamento pleno e regular dos diretórios do PT.


03/09/2015

O que têm feito os presidentes de diretórios e seus respectivos secretários?


04/09/2015

O partido está para a luta política, assim como o exército está para a guerra.


05/09/2015

O estatuto do PT e a disciplina dos dirigentes. CUMPRA-SE.


08/09/2015

Diálogo com Marat Calado sobre a disciplina dos dirigentes petistas.


27/01/2016

Breve balanço do meu projeto de diretório zonal e das minhas reflexões sobre a administração partidária.