Mostrando postagens com marcador Direitos Humanos > Direito à informação e liberdade de expressão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Direitos Humanos > Direito à informação e liberdade de expressão. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 17 de abril de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Solidariedade a Miguel do Rosário, editor do blog "O Cafezinho". (2)
Um dos homens que ajudou a criar a farsa do mensalão, o diretor da Globo, Ali Kamel, ganhou recentemente na justiça - pudera, a Globo controla os tribunais - uma ação contra um dos homens que ajudaram a demonstrar que o mensalão era uma farsa, o jornalista Miguel do Rosário, do blog "O Cafezinho".
A pena, injusta e desproporcional à renda do réu, é o pagamento de uma indenização de R$ 20 mil, mais as custas do processo, R$ 10 mil, totalizando R$ 30 mil.
Mas esta condenação, meus amigos, não é um fato isolado. Ela se segue a outras, como a do jornalista Rodrigo Viana, e faz parte, nitidamente, de uma estratégia da Globo de tentar matar, por asfixia financeira, os blogs que revelam fatos que ela se empenha em esconder.
Na execução dessa estratégia, não é a própria Globo, pessoa jurídica, quem move ação judicial contra os jornalistas independentes, e sim seus empregados de alto escalão. No presente caso, o diretor Ali Kamel.
É nesse contexto que se dá a condenação judicial do jornalista Miguel do Rosário. O contexto da luta contra a ocultação da verdade dos fatos pelo oligopólio partidarizado da comunicação, liderado pelas Organizações Globo.
Miguel do Rosário é um dos valentes soldados da imprensa realmente independente, que se dedica a fazer o que se espera que todo jornalista faça: apurar a verdade dos fatos e trazê-los à luz para o conhecimento público.
Foi ele um dos maiores divulgadores de cópias de documentos, como o Inquérito 2474 e o Laudo-2828 da PF, que demonstram que nunca houve desvio de dinheiro do Banco do Brasil por Henrique Pizzolato, o que simplesmente destrói o eixo principal da tese da acusação no julgamento do mensalão.
Foi ele também um dos primeiros a denunciar que estes documentos, que provam a inexistência do mensalão, foram criminosamente ocultados por Joaquim Barbosa, já que seriam um obstáculo à condenação dos réus.
Miguel do Rosário é um dos nossos, dos que lutam pelo avanço da democracia e da justiça social no Brasil.
E o Cafezinho é um dos blogs que ilumina a treva da desinformação imposta ao país pelas Organizações Globo.
Os heroicos "blogs sujos" - assim chamados em 2010, pelo então candidato tucano à presidente, José Serra - são valentes, mas pequenos em poder econômico, comparados à gigante fascista dos barões Marinho.
Davi, dessa vez, levou um peteleco de Golias. E dada a monumental diferença de tamanho, o peteleco acabou sendo uma porrada.
Porrada financeira, diga-se, não moral. Porque, em moral, Rosário e seu Cafezinho é que são os gigantes, enquanto Globo e Kamel não passam de pigmeus.
Por tudo isso, digo, convicto, aos que me leem: essa briga é nossa, companheiros, não é só do Miguel do Rosário. Se ele está sendo atingido por uma agressão covarde da Globo, é porque está na linha de frente do combate pela democracia.
Numa guerra, há duas tarefas que, simultaneamente, os soldados têm que desempenhar no front: cuidar dos feridos e disparar contra o inimigo.
No nosso caso, temos que denunciar o terrorismo judicial da Globo contra a liberdade de expressão.
Mas temos que cuidar também de quem acaba de ser vítima desse terrorismo: o jornalista Miguel do Rosário.
Por isso, conclamo todos os que me leem a contribuírem, com qualquer quantia, mesmo a mais módica, para ajudar o editor do blog "O Cafezinho" a pagar a indenização de R$ 30 mil, imposta pela justiça, ao famigerado diretor da Globo, Ali Kamel.
Ajudar Miguel do Rosário a pagar esta indenização não é um gesto humanitário. É um ato de solidariedade política a alguém que compartilha conosco dos mesmos ideais de democracia e justiça social, e que foi ferido em combate, como qualquer um de nós pode ser, principalmente os que atuam na vanguarda do nosso exército militante.
Com a ajuda de todos, Miguel do Rosario vai superar esse revés para prosseguir com seu trabalho. "O Cafezinho" não pode acabar porque dele precisa a democracia brasileira, assim como dos demais "blogs sujos", que tanto incomodam a Globo, a direita e a burguesia.
É hora de todos gritarmos "Je suis Cafezinho", "Je suis Miguel do Rosário"!
A Globo não vai nos calar porque a voz de cada um de nós é a voz de todos e nós somos milhões de vozes!
Fora Globo! Abaixo o oligopólio da mídia!
Viva a democracia e a verdadeira liberdade de expressão!
Silvio Melgarejo
23/02/2015
A pena, injusta e desproporcional à renda do réu, é o pagamento de uma indenização de R$ 20 mil, mais as custas do processo, R$ 10 mil, totalizando R$ 30 mil.
Mas esta condenação, meus amigos, não é um fato isolado. Ela se segue a outras, como a do jornalista Rodrigo Viana, e faz parte, nitidamente, de uma estratégia da Globo de tentar matar, por asfixia financeira, os blogs que revelam fatos que ela se empenha em esconder.
Na execução dessa estratégia, não é a própria Globo, pessoa jurídica, quem move ação judicial contra os jornalistas independentes, e sim seus empregados de alto escalão. No presente caso, o diretor Ali Kamel.
É nesse contexto que se dá a condenação judicial do jornalista Miguel do Rosário. O contexto da luta contra a ocultação da verdade dos fatos pelo oligopólio partidarizado da comunicação, liderado pelas Organizações Globo.
Miguel do Rosário é um dos valentes soldados da imprensa realmente independente, que se dedica a fazer o que se espera que todo jornalista faça: apurar a verdade dos fatos e trazê-los à luz para o conhecimento público.
Foi ele um dos maiores divulgadores de cópias de documentos, como o Inquérito 2474 e o Laudo-2828 da PF, que demonstram que nunca houve desvio de dinheiro do Banco do Brasil por Henrique Pizzolato, o que simplesmente destrói o eixo principal da tese da acusação no julgamento do mensalão.
Foi ele também um dos primeiros a denunciar que estes documentos, que provam a inexistência do mensalão, foram criminosamente ocultados por Joaquim Barbosa, já que seriam um obstáculo à condenação dos réus.
Miguel do Rosário é um dos nossos, dos que lutam pelo avanço da democracia e da justiça social no Brasil.
E o Cafezinho é um dos blogs que ilumina a treva da desinformação imposta ao país pelas Organizações Globo.
Os heroicos "blogs sujos" - assim chamados em 2010, pelo então candidato tucano à presidente, José Serra - são valentes, mas pequenos em poder econômico, comparados à gigante fascista dos barões Marinho.
Davi, dessa vez, levou um peteleco de Golias. E dada a monumental diferença de tamanho, o peteleco acabou sendo uma porrada.
Porrada financeira, diga-se, não moral. Porque, em moral, Rosário e seu Cafezinho é que são os gigantes, enquanto Globo e Kamel não passam de pigmeus.
Por tudo isso, digo, convicto, aos que me leem: essa briga é nossa, companheiros, não é só do Miguel do Rosário. Se ele está sendo atingido por uma agressão covarde da Globo, é porque está na linha de frente do combate pela democracia.
Numa guerra, há duas tarefas que, simultaneamente, os soldados têm que desempenhar no front: cuidar dos feridos e disparar contra o inimigo.
No nosso caso, temos que denunciar o terrorismo judicial da Globo contra a liberdade de expressão.
Mas temos que cuidar também de quem acaba de ser vítima desse terrorismo: o jornalista Miguel do Rosário.
Por isso, conclamo todos os que me leem a contribuírem, com qualquer quantia, mesmo a mais módica, para ajudar o editor do blog "O Cafezinho" a pagar a indenização de R$ 30 mil, imposta pela justiça, ao famigerado diretor da Globo, Ali Kamel.
Ajudar Miguel do Rosário a pagar esta indenização não é um gesto humanitário. É um ato de solidariedade política a alguém que compartilha conosco dos mesmos ideais de democracia e justiça social, e que foi ferido em combate, como qualquer um de nós pode ser, principalmente os que atuam na vanguarda do nosso exército militante.
Com a ajuda de todos, Miguel do Rosario vai superar esse revés para prosseguir com seu trabalho. "O Cafezinho" não pode acabar porque dele precisa a democracia brasileira, assim como dos demais "blogs sujos", que tanto incomodam a Globo, a direita e a burguesia.
É hora de todos gritarmos "Je suis Cafezinho", "Je suis Miguel do Rosário"!
A Globo não vai nos calar porque a voz de cada um de nós é a voz de todos e nós somos milhões de vozes!
Fora Globo! Abaixo o oligopólio da mídia!
Viva a democracia e a verdadeira liberdade de expressão!
Silvio Melgarejo
23/02/2015
==========================================================
==========================================================
AJUDE A PAGAR A INDENIZAÇÃO DE MIGUEL DO ROSÁRIO
DEPOSITANDO QUALQUER VALOR NAS SEGUINTES CONTAS:
Banco do Brasil (001)
Agência 0087-6
Conta Corrente 25018-x
Substitua o “x” pelo zero (0) em alguns sites de transferência.
*
Caixa (104)
Agência 0995
Conta Poupança 10392-9 - Código para poupança: 13
NOME: MIGUEL GOMES BARBOSA DO ROSÁRIO
CPF: 076488967-29
<<<<<<< COMPARTILHE >>>>>>>
domingo, 22 de fevereiro de 2015
sábado, 21 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
A Globo é um partido político.
(Texto de descrição da página do Facebook "A Globo é um partido político")
A família mais rica do Brasil, dona da Globo, quer controlar o governo do país, controlando o acesso do povo à informação.
Para proteger aliados, atingir inimigos e defender interesses, a Globo censura e manipula notícias, enquanto mantém um colunismo militante e mercenário, que produz comentários e análises rigidamente alinhados com o pensamento único imposto pelos milionários barões Marinho.
A liberdade de imprensa dos capitalistas, dizia Lenin, é a "liberdade dos ricos de subornarem a imprensa", de utilizarem "a riqueza para fabricar e falsificar a chamada opinião pública".
Pois a liberdade de imprensa da Globo é exatamente a liberdade de mentir para o povo sem ser contestada, protegida pelo oligopólio da comunicação, que ela defende como direito sagrado, afrontando à Constituição.
A Globo é uma empresa capitalista que atua na sociedade como um partido político.
Ela não quer apenas lucrar informando, quer manipular a opinião pública para subjugar as instituições do Estado e governar o país, mesmo sem ter mandatos de representação popular.
A Globo disputa diariamente o poder com os governos eleitos pelo voto e consegue exercer uma enorme influência no processo político do país, graças à inteira liberdade que tem tido para manter o oligopólio dos meios de comunicação social, mesmo depois da aprovação da Carta Magna que o proíbe.
Esta página tem o objetivo de denunciar a ação política ilegal, ilegítima e antidemocrática das Organizações Globo e convocar a classe trabalhadora brasileira a lutar pelo fim do oligopólio da comunicação e pela democratização da mídia, que são condições fundamentais para a ampliação e aprofundamento da democracia brasileira.
Silvio Melgarejo
19/02/2015
A família mais rica do Brasil, dona da Globo, quer controlar o governo do país, controlando o acesso do povo à informação.
Para proteger aliados, atingir inimigos e defender interesses, a Globo censura e manipula notícias, enquanto mantém um colunismo militante e mercenário, que produz comentários e análises rigidamente alinhados com o pensamento único imposto pelos milionários barões Marinho.
A liberdade de imprensa dos capitalistas, dizia Lenin, é a "liberdade dos ricos de subornarem a imprensa", de utilizarem "a riqueza para fabricar e falsificar a chamada opinião pública".
Pois a liberdade de imprensa da Globo é exatamente a liberdade de mentir para o povo sem ser contestada, protegida pelo oligopólio da comunicação, que ela defende como direito sagrado, afrontando à Constituição.
A Globo é uma empresa capitalista que atua na sociedade como um partido político.
Ela não quer apenas lucrar informando, quer manipular a opinião pública para subjugar as instituições do Estado e governar o país, mesmo sem ter mandatos de representação popular.
A Globo disputa diariamente o poder com os governos eleitos pelo voto e consegue exercer uma enorme influência no processo político do país, graças à inteira liberdade que tem tido para manter o oligopólio dos meios de comunicação social, mesmo depois da aprovação da Carta Magna que o proíbe.
Esta página tem o objetivo de denunciar a ação política ilegal, ilegítima e antidemocrática das Organizações Globo e convocar a classe trabalhadora brasileira a lutar pelo fim do oligopólio da comunicação e pela democratização da mídia, que são condições fundamentais para a ampliação e aprofundamento da democracia brasileira.
Silvio Melgarejo
19/02/2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
domingo, 11 de janeiro de 2015
Vous qui est Charlie. Vous aussi êtes Rafinha Bastos?
TRADUÇÃO:
Você que é Charlie
Você também é Rafinha Bastos?
Por que não?
Só porque ele não é francês?
Pois eu não sou Rafinha.
E também não sou Charlie
sábado, 10 de janeiro de 2015
Porque não sou Charlie. (3)
Veja a imagem ao lado. Isto é humor? Não, isto não é humor. É uma agressão gratuita a algo que é sagrado para milhões de pessoas em todo mundo. Se a maioria muçulmana é tolerante e pacífica, não quer dizer que não sinta a dignidade de sua fé ferida por produções como esta, e que até se sinta no fundo vingada, com o atentado de dois dias atrás, por esse tipo de ultraje, o que, a meu ver, é bastante natural.
O que está em discussão não é a legitimidade do ato terrorista, que até agora não vi ninguém defender.
O que está em discussão é a liberdade sem limites e seus efeitos. Trata-se, no presente caso, da liberdade de expressão.
Creio que aqui no Brasil o teor das charges publicadas pelo tal jornal têm chocado pelo menos tanto quanto os assassinatos. As notícias sobre atentados terroristas se banalizaram, e este teria sido apenas mais um entre tantos, não fosse a ampla divulgação das charges que despertaram o ódio e o ato terrorista.
Estas charges, sobre Maomé, a mim revoltaram, e tomo isto como medida para tentar avaliar o que sentiram os muçulmanos ao vê-las, especialmente os mais fanáticos.
A liberdade de expressão sem limites do Charlie Hebdo, amparada pela lei francesa, era opressão para a comunidade muçulmana, que não tem amparo de leis que protejam minimamente a dignidade de suas crenças. Não se trata de tornar inquestionáveis dogmas e preceitos éticos de uma religião. Trata-se de garantir respeito aos seus símbolos sagrados, sancionando exemplarmente a ridicularização gratuita e ofensiva.
Essa é uma discussão que tem a haver com a definição do tipo de democracia que se quer. É uma discussão que a França tem que fazer a partir desse atentado, mas é uma discussão que nós aqui no Brasil também temos que fazer. Afinal a liberdade de expressão tem ou não tem que ter limites? Que limites seriam estes? E quem os definiria?
O que está em discussão não é a legitimidade do ato terrorista, que até agora não vi ninguém defender.
O que está em discussão é a liberdade sem limites e seus efeitos. Trata-se, no presente caso, da liberdade de expressão.
Creio que aqui no Brasil o teor das charges publicadas pelo tal jornal têm chocado pelo menos tanto quanto os assassinatos. As notícias sobre atentados terroristas se banalizaram, e este teria sido apenas mais um entre tantos, não fosse a ampla divulgação das charges que despertaram o ódio e o ato terrorista.
Estas charges, sobre Maomé, a mim revoltaram, e tomo isto como medida para tentar avaliar o que sentiram os muçulmanos ao vê-las, especialmente os mais fanáticos.
A liberdade de expressão sem limites do Charlie Hebdo, amparada pela lei francesa, era opressão para a comunidade muçulmana, que não tem amparo de leis que protejam minimamente a dignidade de suas crenças. Não se trata de tornar inquestionáveis dogmas e preceitos éticos de uma religião. Trata-se de garantir respeito aos seus símbolos sagrados, sancionando exemplarmente a ridicularização gratuita e ofensiva.
Essa é uma discussão que tem a haver com a definição do tipo de democracia que se quer. É uma discussão que a França tem que fazer a partir desse atentado, mas é uma discussão que nós aqui no Brasil também temos que fazer. Afinal a liberdade de expressão tem ou não tem que ter limites? Que limites seriam estes? E quem os definiria?
Assinar:
Postagens (Atom)



















