sexta-feira, 18 de março de 2016

Começou a virada. Dia 31 de março, vamos botar o dobro de gente na rua!

Os atos de hoje pelo Brasil foram um sucesso indiscutível. Gol da esquerda democrática, no momento certo. Conseguiu mostrar prá direita, quando a direita acabava de dar uma demonstração de força, que o golpe não vai ser barato, que vai ter resistência forte, o que aumenta o risco de insucesso. Mas a guerra ainda não está ganha. E a próxima batalha já está marcada. A Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo programaram um Dia Nacional de Luta unificado para 31 de março. E é preciso desde já trabalhar para garantir que esta próxima mobilização seja ainda maior do que a de hoje. Cada dia, cada hora e cada minuto, daqui até lá, devem ser investidos pela militância do PT, prioritariamente, no trabalho de base junto aos filiados do partido, para que a militância petista possa multiplicar o seu efetivo, aumentando o seu poder de ação nos bairros e nos locais de estudo e trabalho, para uma divulgação ampla e eficaz desta atividade na sociedade.

Em nota conjunta, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo assim anunciaram a decisão de realizar esta ação unificada.
31/03 - Dia Nacional de Mobilização

Nota sobre a mobilização nacional de 31/3

As Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem dezenas de entidades do movimento social brasileiro, decidiram promover conjuntamente o Dia Nacional de Mobilização no próximo 31 de março, com uma Marcha a Brasília, além de manifestações em várias cidades brasileiras.

Os eixos da mobilização unitária são os seguintes:

As Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem dezenas de entidades do movimento social brasileiro, decidiram promover conjuntamente o Dia Nacional de Mobilização no próximo 31 de março, com uma Marcha a Brasília, além de manifestações em várias cidades brasileiras.

Os eixos da mobilização unitária são os seguintes:
- CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA 

- CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRÁS

- EM DEFESA DO PRÉ-SAL

- NÃO A LEI ANTI-TERRORISMO

- CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS

- NÃO AO AJUSTE FISCAL E AOS CORTES NOS INVESTIMENTOS SOCIAIS

- EM DEFESA DO EMPREGO E DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES

- FORA CUNHA!

- CONTRA O IMPEACHMENT

Frente Povo Sem Medo

Frente Brasil Popular

Abaixo, a convocatória unificada da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo para o Dia Nacional de Luta, de 31 de março.

Todos para o Dia Nacional de Mobilização em 31 de Março!

Convocamos o povo brasileiro a defender nossos direitos duramente conquistados em séculos de lutas, entre eles a Previdência Pública, contra a proposta de uma Reforma que estabeleça idade mínima para aposentadoria e ataque direitos dos trabalhadores.

Convocamos o povo brasileiro a se somar na luta em defesa da soberania energética e das estatais ameaçadas pela privatização - como no caso da CELG - que piora e encarece os serviços. Neste mesmo sentido combateremos o PLS 555 (que impõe regras de mercado às estatais) e o PLS 131 (que revê o modelo de partilha do pré-sal).

Convocamos o povo brasileiro a lutar contra o PLC 30 da Terceirização e a defender o direito ao Emprego com trabalho digno, exigindo a mudança imediata da política econômica de juros altos e recessão aplicada pelo Governo. E a combater este Ajuste Fiscal que cobra, de quem não deve, os custos da crise do capitalismo. Que se cobre dos sonegadores os bilhões roubados dos cofres públicos e desviados de forma criminosa para paraísos fiscais! Que se taxe grandes fortunas, lucros e dividendos! Os ricos devem pagar a conta da crise. Não admitimos e continuaremos enfrentando, nas ruas, cortes nos investimentos sociais como educação, saúde, moradia e reforma agrária.

No caso da Educação enfrentamos não apenas os cortes de investimentos, mas também as sinistras políticas de privatização e militarização do ensino público. Os setores mais conservadores querem matar o pensamento crítico e fazer de nossas escolas um laboratório para o fascismo. Não passarão!

Vamos às ruas contra as intenções golpistas de quem quer impor um impeachment ilegítimo como atalho para chegar ao poder. Eduardo Cunha abriu o processo de impeachment de Dilma numa tentativa de chantagem a céu aberto. Tenta subordinar os destinos do país à salvação de seu mandato. Mesmo com as tentativas da mídia golpista de legitimar o Impeachment, não há nenhuma comprovação de crime por parte da Presidenta Dilma e o impeachment sem base jurídica, motivado pelas razões oportunistas e revanchistas de Cunha, é golpe.

Não aceitamos golpes à democracia, seja como atalho eleitoral, seja como ataques ao direito democrático de manifestação. Neste sentido, somos contra a vergonhosa Lei anti-terrorrismo, enviada ao Congresso pelo Governo Federal, que ameaça criminalizar as lutas populares.

A saída para o povo brasileiro é a ampliação de direitos, o aprofundamento da democracia com a democratização dos meios de comunicação e as reformas populares, assim como a defesa das liberdades, enfrentando o machismo, a LGBTfobia e o racismo, que atualmente encontra sua maior expressão no genocídio da juventude negra. 

Conclamamos todos e todas que querem um Brasil justo e solidário, a saírem às ruas dia 31 de Março, numa Grande Marcha em Brasília e nas manifestações em várias cidades do país.

Ninguém fará pelo povo o que ao povo cabe fazer!
- CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

- CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRÁS

- EM DEFESA DO PRÉ-SAL

- NÃO A LEI ANTI-TERRORISMO

- CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS

- NÃO AO AJUSTE FISCAL E AOS CORTES NOS INVESTIMENTOS SOCIAIS

- EM DEFESA DO EMPREGO E DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES

- FORA CUNHA!

- CONTRA O IMPEACHMENT

Frente Brasil Popular

Frente Povo Sem Medo

Os atos de hoje foram um sucesso. Mas no dia 31 de março temos que botar o dobro de gente nas ruas! E para conseguir isso é preciso que adotemos, desde já, um estado de mobilização permanente para duplicarmos o nosso contingente militante e duplicarmos a presença da nossa propaganda nos bairros e nos locais de estudo e trabalho. A luta continua. E o trabalho de base nos espera.

Silvio Melgarejo

Rio, 18/03/2016

O Rio vermelho, pela democracia.

 Prezado companheiro, prezada companheira do Partido dos Trabalhadores.

O Brasil vive hoje um momento crítico da sua história, de gravidade comparável à das grandes crises enfrentadas pelo país no passado, que tiveram desfecho quase sempre trágico e desfavorável aos interesses da classe trabalhadora. O projeto de país iniciado no primeiro mandato de Lula, em 2003, está sob forte ameaça de ser inteiramente inviabilizado pela combinação da crise econômica internacional com os equívocos econômicos e políticos do governo Dilma, os efeitos econômicos e políticos da Operação Lava Jato e a intensa e permanente campanha de sabotagem e desestabilização do governo mantida pela oposição de direita desde que saíram os resultados da eleição presidencial de 2014.

O projeto petista, por seu conteúdo, precisa de cada vez mais democracia para avançar e a democracia que temos, ainda tão limitada, embora conquistada a duras penas pelo esforço e sacrifício de tantos, está sob o cerco de forças políticas autoritárias interessadas em interrompê-lo. A campanha de criminalização do PT iniciada em 2005, com o escândalo do Mensalão, por falta de uma resposta mais firme do próprio partido e dos seus dois presidentes da república, acabou conseguindo disseminar na sociedade a ideia de que o PT é um partido corrupto. Movida pela oposição de direita, com a colaboração de setores da oposição de esquerda, como o PSOL e o PSTU, esta campanha, já em estado avançado, não esconde mais, até proclama, o seu propósito de promover um golpe de Estado, levar Lula à prisão e cassar o registro do Partido dos Trabalhadores.

A escalada dos ataques aos direitos e à honra de vários membros dirigentes do PT, culminou no dia 4 de março, último, com o sequestro do nosso ex-presidente da república pelos capangas do juiz Sérgio Moro. Naquele mesmo dia, a Frente Brasil Popular, formada por cerca de 60 entidades, entre partidos de esquerda, como o PT, o PCdoB e o PCO, e movimentos sociais, como a CUT, o MST e a UNE, lançou uma nota pública dizendo o seguinte:
“As entidades que compõem a Frente Brasil Popular, reunidas em São Paulo em 4 de Março, vêm a público manifestar seu repúdio à operação político-midiática da 'condução coercitiva' do ex-presidente Lula por agentes da 'Operação Lava-jato' ocorrida no dia de hoje. Este ataque a Lula, feito de forma seletiva e ilegal, visa na verdade atacar um símbolo da luta do povo brasileiro; atingir as organizações sindicais e populares que atuam por igualdade, democracia e pela soberania em nosso país.

Por isso afirmamos que esse ataque a Lula é um ataque a todos e todas nós. Além de repudiar essa ação feita sob medida para tentar desmoralizar a liderança popular que é Lula, ação que configura um 'Estado de exceção', que desrespeita garantias legais individuais e coletivas, queremos convocar os trabalhadores da cidade e do campo, a juventude, todos e todas que defendem a democracia a somarem forças numa jornada nacional de lutas que iniciamos hoje com manifestações nos quatro cantos do país. Jornada de lutas que vai se desdobrar no 8 de Março – Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora – que será reforçado com a defesa da democracia, contra o golpe e a defesa do companheiro Lula. Em 18 de março propomos a realização de atos de massa em todas as capitais e cidades de grande porte do país, com os eixos acima. Por fim, mantemos a proposta de Dia Nacional de Luta no 31 de março, conforme nossa convocatória.

Desde já nos colocamos em estado de alerta e mobilização permanente em defesa da democracia, contra o golpe, e em defesa de nossas conquistas e direitos ameaçados.”
Hoje, portanto, dia 18 de março, é dia da militância petista tomar as ruas e praças de todo o país prá dizer “não ao golpe” e “tirem as mãos do Lula”, mas para dizer também “Dilma, mude a política econômica, porque ela é o maior fator de enfraquecimento político do seu governo perante a oposição golpista, na medida que fere profunda, injusta e desnecessariamente os interesses dos trabalhadores que te reelegeram”. O governo se enfraquece porque perde apoio popular com esta política econômica. E é exatamente esta fragilidade do governo o que tem encorajado o golpismo a avançar com iniciativas cada vez mais audaciosas. Por isso mesmo é que a Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores aprovou, em sua reunião do dia 26 de janeiro de 2016, uma resolução em que diz:
“Para liquidar esta ofensiva [golpista] o governo e o PT precisam recompor laços políticos e sociais com nosso bloco histórico de sustentação, formado centralmente pelos trabalhadores do campo e da cidade, setores médios da sociedade, empresários em contradição com o grande capital, a intelectualidade progressista e a juventude.

A resistência antigolpista e uma ação ofensiva, portanto, estão diretamente associadas à abertura de uma nova etapa da política econômica, que tenha como eixo a recuperação do mercado interno de massas e a retomada do desenvolvimento, a partir de medidas destinadas à ampliação do investimento público, à oferta de crédito produtivo, à elevação da renda do trabalho e à geração de empregos – prioridade esta que deve concentrar a atenção do governo.

(...)

O caminho para o necessário equilíbrio fiscal não pode ser pavimentado por sacrifícios do povo trabalhador, mas por mudanças que aumentem a participação das camadas mais ricas na arrecadação tributária e reduzam a transferência de recursos financeiros do Estado para grandes corporações e fundos privados.

O Partido dos Trabalhadores somente apoiará soluções que sejam negociadas e pactuadas com o sindicalismo, as organizações populares e os movimentos sociais. O fórum quadripartite para a discussão da reforma previdenciária, formado por representantes de trabalhadores, aposentados, empresários e do governo, é bom exemplo do único caminho aceitável para a construção de uma agenda mínima nacional.

(...)

A Comissão Executiva Nacional, nestas condições, determina que se mantenha o estado de mobilização permanente da militância petista e orienta sua atividade para fortalecer a unidade de ação com as demais forças progressistas, em particular com os movimentos, partidos e entidades que constroem a Frente Brasil Popular.”
Pois no dia 15 de março, a Frente Brasil Popular, da qual faz parte o PT, lançou o seguinte comunicado:

“Nota da Frente Brasil Popular

Defender a democracia contra o golpe

Os movimentos sociais organizados na Frente Brasil Popular irão mais uma vez às ruas no dia 18 de março (sexta-feira), em centenas de cidades brasileiras, manifestar-se pela mudança na política econômica, em defesa da democracia e contra o golpe.

Os acontecimentos dos últimos dias são preocupantes e devem mobilizar todos e todas que valorizam a conquista da democracia como um patrimônio do país. O conservadorismo da direita, aliado ao uso político de instituições de Estado, tem produzido uma profunda instabilidade econômica, social e política, além de fomentar o ódio e a intolerância, a exemplos das iniciativas desnecessárias e ilegais contra o ex-presidente Lula.

Não admitiremos o retrocesso nos direitos do povo brasileiro. Iremos às ruas em defesa das conquistas políticas e sociais, da democracia, da liberdade e contra a tentativa de golpe em curso.

* Em defesa da democracia, contra o impeachment.

* Em defesa dos direitos sociais, pela mudança da política econômica.

* Não vai ter golpe.

São Paulo, 15 de Março de 2016”

Chegou a hora. Hoje, daqui a pouco, aqui no Rio de Janeiro, a Frente Brasil Popular vai realizar uma grande manifestação, a partir das 16:00, na Praça XV (Centro). Convido todos os companheiros e companheiras a atenderem à convocação da Frente Brasil Popular e contribuírem com suas presenças para o sucesso deste ato, que deve servir também como uma celebração das esperanças renovadas de todos nós quanto ao futuro do país, com a nomeação de Lula como ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma.

Esta sexta-feira, 18, em que estamos, portanto, é dia de festa, mas sobretudo, dia de luta. O Rio vermelho vai tomar a praça, em massa, e dizer bem alto para toda a cidade, todo o país e todo o mundo ouvir:

Não ao golpe!

Respeitem a democracia!

Tirem as mãos do Lula!

E, Dilma, mude a política econômica!

O Rio vermelho é coração valente e não tem medo da direita.

Nós vamos resistir!

Nós vamos lutar!

E nós vamos vencer.

Todos à Praça XV, a partir das 16:00.

Saudações petistas,

Silvio Melgarejo

18/03/2016

quarta-feira, 16 de março de 2016

Dia 18 é dia de festa e dia de luta.

Aos petistas de Botafogo, Humaitá e Urca.


Prezado companheiro. Prezada companheira.

O Brasil vive hoje um momento crítico da sua história, de gravidade comparável à das grandes crises enfrentadas pelo país no passado, que tiveram desfecho quase sempre trágico e desfavorável aos interesses da classe trabalhadora. O projeto de país iniciado no primeiro mandato de Lula, em 2003, está sob forte ameaça de ser inteiramente inviabilizado pela combinação da crise econômica internacional com os equívocos econômicos e políticos do governo Dilma, os efeitos econômicos e políticos da Operação Lava Jato e a intensa e permanente campanha de sabotagem e desestabilização do governo mantida pela oposição de direita desde que saíram os resultados da eleição presidencial de 2014.

O projeto petista, por seu conteúdo, precisa de cada vez mais democracia para avançar e a democracia que temos, ainda tão limitada, embora conquistada a duras penas pelo esforço e sacrifício de tantos, está sob o cerco de forças políticas autoritárias interessadas em interrompê-lo. A campanha de criminalização do PT iniciada em 2005, com o escândalo do Mensalão, por falta de uma resposta mais firme do próprio partido e dos seus dois presidentes da república, acabou conseguindo disseminar na sociedade a ideia de que o PT é um partido corrupto. Movida pela oposição de direita, com a colaboração de setores da oposição de esquerda, como o PSOL e o PSTU, esta campanha, já em estado avançado, não esconde mais, até proclama, o seu propósito de promover um golpe de Estado, levar Lula à prisão e cassar o registro do Partido dos Trabalhadores.

A escalada dos ataques aos direitos e à honra de vários membros dirigentes do PT, culminou no dia 4 de março, último, com o sequestro do nosso ex-presidente da república pelos capangas do juiz Sérgio Moro. Naquele mesmo dia, a Frente Brasil Popular, formada por cerca de 60 entidades, entre partidos de esquerda, como o PT, o PCdoB e o PCO, e movimentos sociais, como a CUT, o MST e a UNE, lançou uma nota pública dizendo o seguinte:
“As entidades que compõem a Frente Brasil Popular, reunidas em São Paulo em 4 de Março, vêm a público manifestar seu repúdio à operação político-midiática da 'condução coercitiva' do ex-presidente Lula por agentes da 'Operação Lava-jato' ocorrida no dia de hoje. Este ataque a Lula, feito de forma seletiva e ilegal, visa na verdade atacar um símbolo da luta do povo brasileiro; atingir as organizações sindicais e populares que atuam por igualdade, democracia e pela soberania em nosso país

Por isso afirmamos que esse ataque a Lula é um ataque a todos e todas nós. Além de repudiar essa ação feita sob medida para tentar desmoralizar a liderança popular que é Lula, ação que configura um 'Estado de exceção', que desrespeita garantias legais individuais e coletivas, queremos convocar os trabalhadores da cidade e do campo, a juventude, todos e todas que defendem a democracia a somarem forças numa jornada nacional de lutas que iniciamos hoje com manifestações nos quatro cantos do país.

Jornada de lutas que vai se desdobrar no 8 de Março – Dia Internacional de Luta da Mulher Trabalhadora – que será reforçado com a defesa da democracia, contra o golpe e a defesa do companheiro Lula. Em 18 de março propomos a realização de atos de massa em todas as capitais e cidades de grande porte do país, com os eixos acima. Por fim, mantemos a proposta de Dia Nacional de Luta no 31 de março, conforme nossa convocatória.

Desde já nos colocamos em estado de alerta e mobilização permanente em defesa da democracia, contra o golpe, e em defesa de nossas conquistas e direitos ameaçados.”
Sexta feira, 18 de março, é, portanto, dia da militância petista tomar as ruas e praças de todo o país para dizer “não ao golpe” e “tirem as mãos do Lula”, mas para dizer também “Dilma, mude a política econômica, porque ela é o maior fator de enfraquecimento político do seu governo perante a oposição golpista, na medida que fere profunda, injusta e desnecessariamente os interesses dos trabalhadores que te reelegeram”. O governo se enfraquece porque perde apoio popular com esta política econômica. E é exatamente esta fragilidade do governo o que tem encorajado o golpismo a avançar com iniciativas cada vez mais audaciosas. Por isso, a Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores aprovou, em sua reunião do dia 26 de janeiro de 2016, uma resolução em que diz:
“Para liquidar esta ofensiva [golpista] o governo e o PT precisam recompor laços políticos e sociais com nosso bloco histórico de sustentação, formado centralmente pelos trabalhadores do campo e da cidade, setores médios da sociedade, empresários em contradição com o grande capital, a intelectualidade progressista e a juventude.

A resistência antigolpista e uma ação ofensiva, portanto, estão diretamente associadas à abertura de uma nova etapa da política econômica, que tenha como eixo a recuperação do mercado interno de massas e a retomada do desenvolvimento, a partir de medidas destinadas à ampliação do investimento público, à oferta de crédito produtivo, à elevação da renda do trabalho e à geração de empregos – prioridade esta que deve concentrar a atenção do governo.

(...)

O caminho para o necessário equilíbrio fiscal não pode ser pavimentado por sacrifícios do povo trabalhador, mas por mudanças que aumentem a participação das camadas mais ricas na arrecadação tributária e reduzam a transferência de recursos financeiros do Estado para grandes corporações e fundos privados.

O Partido dos Trabalhadores somente apoiará soluções que sejam negociadas e pactuadas com o sindicalismo, as organizações populares e os movimentos sociais. O fórum quadripartite para a discussão da reforma previdenciária, formado por representantes de trabalhadores, aposentados, empresários e do governo, é bom exemplo do único caminho aceitável para a construção de uma agenda mínima nacional.

(...)

A Comissão Executiva Nacional, nestas condições, determina que se mantenha o estado de mobilização permanente da militância petista e orienta sua atividade para fortalecer a unidade de ação com as demais forças progressistas, em particular com os movimentos, partidos e entidades que constroem a Frente Brasil Popular.”

Pois ontem, a Frente Brasil Popular, da qual faz parte o PT, lançou o seguinte comunicado:

“Nota da Frente Brasil Popular


Defender a democracia contra o golpe


Os movimentos sociais organizados na Frente Brasil Popular irão mais uma vez às ruas no dia 18 de março (sexta-feira), em centenas de cidades brasileiras, manifestar-se pela mudança na política econômica, em defesa da democracia e contra o golpe.

Os acontecimentos dos últimos dias são preocupantes e devem mobilizar todos e todas que valorizam a conquista da democracia como um patrimônio do país. O conservadorismo da direita, aliado ao uso político de instituições de Estado, tem produzido uma profunda instabilidade econômica, social e política, além de fomentar o ódio e a intolerância, a exemplos das iniciativas desnecessárias e ilegais contra o ex-presidente Lula.

Não admitiremos o retrocesso nos direitos do povo brasileiro. Iremos às ruas em defesa das conquistas políticas e sociais, da democracia, da liberdade e contra a tentativa de golpe em curso.

* Em defesa da democracia, contra o impeachment.

* Em defesa dos direitos sociais, pela mudança da política econômica.

* Não vai ter golpe.
São Paulo, 15 de Março de 2016”
Aqui no Rio de Janeiro, a Frente Brasil Popular vai realizar uma grande manifestação na sexta-feira, dia 18 de março, a partir das 16:00, na Praça XV. Filiado ao PT e morador de Botafogo, que sou, convido todos os companheiros e companheiras residentes neste bairro e nos bairros de Humaitá e Urca a atenderem à convocação da Frente Brasil Popular e contribuírem com suas presenças para o sucesso deste ato, que deve servir também como uma celebração das esperanças renovadas de todos nós quanto ao futuro do país, com a nomeação de Lula como ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma. Sexta-feira, 18, é, portanto, dia de festa e dia de luta. Todos à Praça XV, a partir das 16:00.

Saudações petistas,

Silvio Melgarejo

16/03/2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Textos sobre administração partidária.

PT - Administração Partidária

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Projeto de Diretório Zonal




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20/05/2013

Para avançar mais é preciso mais democracia.


02/07/2013

Reflexões e propostas para a administração do 1º Diretório Zonal do PT-Rio/RJ.


02/07/2013

A importância da organização, segundo Moreno, Lenin e Trotsky. (Depoimentos sobre Sverdlov, o administrador intuitivo do Partido Bolchevique)


04/07/2013

"O que se quer é um partido que não se desmantele ao primeiro golpe militar." (José Dirceu, sobre o PT, em 1986)


04/07/2013

"Precisamos priorizar as ações de organização, formação política e comunicação." (Articulação de Esquerda, no 3º Congresso do PT, em 2007)


04/07/2013

Re: Sem mobilização e luta popular não haverá plebiscito. (1)


04/07/2013

Re: Sem mobilização e luta popular não haverá plebiscito. (2)


05/07/2013

Re: Sem mobilização e luta popular não haverá plebiscito. (3)


05/07/2013

Administração partidária para que?


06/07/2013

DENÚNCIA: Presidente da 1ª zonal não tem listagem de filiados.


09/07/2013

Iguais no desprezo pela administração partidária.


09/07/2013

Não basta tocar o apito. Sem organização, não tem mobilização partidária.


09/07/2013

Re: Boletos para contribuição partidária. (1)


10/07/2013

O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal.


11/07/2013

Re: Boletos para contribuição partidária. (2)


11/07/2013

Re: Boletos para contribuição partidária. (3)


11/07/2013

Pela realização do Censo Partidário Zonal.


12/07/2013

Re: Boletos para contribuição partidária. (4)


12/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (2)


13/07/2013

Onde estão os "sverdlovs" petistas? Um censo partidário dirá.


14/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (3)


14/07/2014

Re: "O PT precisa ouvir as ruas e enfrentar a acomodação e a burocratização internas."


16/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (4)


16/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (5)


19/07/2013

Lula no The New York Times: VAI PRÁ BASE, PT!!!


19/07/2013

Re: O "não-debate" da lista de e-mails da 1ª zonal. (6)


21/07/2013

Re: URGENTE - BOLETOS PARA CONTRIBUIÇÃO PARTIDÁRIA. (1)


21/07/2013

Re: URGENTE - BOLETOS PARA CONTRIBUIÇÃO PARTIDÁRIA. (2)


13/08/2013

Lula, aos dirigentes do PT: "Mais pé na estrada e menos bunda na cadeira".


21/07/2013

O PED não pode deixar de tratar da organização partidária.


23/08/2013

Re: Lula no The New York Times: VAI PRÁ BASE, PT!!! (1)


23/08/2013

Re: URGENTE - BOLETOS PARA CONTRIBUIÇÃO PARTIDÁRIA. (3)


11/10/2013

Não vou responder a baixaria. Vou continuar a debater política.


05/11/2013

O 1º Diretório Zonal já faz parte da Rede PT Brasil?


08/11/2013

Organização Partidária: Um tema ausente do PED zonal.


20/11/2013

Sem organização, não há mobilização partidária.


05/12/2013

Política e PT, economia e empreendedorismo: Debate com Marcos Zarahi.


06/01/2014

Crítica ao desprezo da Articulação de Esquerda pela administração do partido.


14/01/2014

Debate com o companheiro Guilherme Simões Reis.


17/01/2014

Debate sobre política de alianças e construção partidária com um dirigente obtuso, autoritário e negligente.


21/01/2014

Sem organização social e partidária, não há revolução, nem reformas.


23/01/2014

O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política.


25/01/2014

Re: O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política. (1)


26/01/2014

Administrar prá democratizar e lutar (reflexões e propostas) - 2ª versão


27/01/2014

Pela realização do Censo Partidário Zonal. (reedição)


29/01/2014

Re: O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política. (2)


30/01/2014

Re: O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política. (3)


30/01/2014

Re: O mito do "partido dos núcleos" e a Administração como aliada da prática política. (4)


31/01/2014

Quando o ideal político morre no discurso.


08/02/2014

PT deve combater o racismo e a barbárie na Zona Sul do Rio. Proposta de plano de ação para o 1º Diretório Zonal.


14/05/2014

Projeto Ação PT: Por um diretório zonal democrático, de massas e de quadros, militante e dirigente.


19/07/2014

Administração partidária e campanha do Lindberg: Debate com Carlos Ocké.


19/07/2014

Sem partido organizado e mobilizado, todo ideal político morre no discurso.


02/08/2014

Do jeito que estamos, nem revolução, nem reformas.


31/08/2014

Mensagem aos petistas sobre a campanha eleitoral.


09/09/2014

Pela criação de Comitês de Filiados por Bairro.


11/09/2014

Re: Pela criação de Comitês de Filiados por Bairro. (1)


12/09/2014

O descaso com administração partidária pode levar o PT ao fracasso como projeto de partido socialista democrático. Diálogo com Carlos Ocké.


15/09/2014

Re: Pela criação de Comitês de Filiados por Bairro. (2)


16/02/2014

Re: Fwd: Compromisso da Reforma Política.


18/09/2014

Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão?


19/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (1)


20/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (2)


20/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (3)


21/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (4)


21/09/2014

Re: Quantos filiados estão nas ruas? Quantos poderiam estar? E por que não estão? (5)


22/09/2014

Por que agora? Porque depois será tarde.


22/09/2014

O erro do PT é não estar se construindo como partido organizador e dirigente das mobilizações dos trabalhadores.


24/09/2014

Podendo ter 3 mil militantes em ação, 1º DZ prefere ficar com só meia dúzia.


26/09/2014

Condições para mudar a correlação de forças.


28/09/2014

Resumo da Proposta de Plano de Ação e histórico das contribuições enviadas ao 1º Diretório Zonal no primeiro mês da gestão Le Cocq (janeiro de 2014).


30/09/2014

A hegemonia do descaso pela construção partidária no PT. Diálogo com o companheiro Carlos Ocké.


30/09/2014

Pelo cumprimento do Artigo 87, letra "c", do Estatuto do PT.


30/09/2014

Pelo cumprimento do Artigo 88, letra "g", do Estatuto do PT.


05/10/2014

Estratégia e tática na luta pela saúde pública. Programa Mais Especialidades. Diálogo com Carlos Ocké.


04/11/2014

PT deve estar preparado para enfrentar e vencer as agressões fascistas e fazer valer o seu direito à livre manifestação democrática nas ruas. Debate com Mara Rocha.


11/11/2014

A presidência da república é ou não é do PT? Correlação de forças, governo de coalizão e partido militante.


14/11/2014

Concepção de partido aprovada no 5º Encontro Nacional do PT, de 1987.


14/11/2014

Próxima missão dos petistas.


16/11/2014

Contra o golpe, construir o partido e mobilizar os trabalhadores.


17/11/2014

Estratégia petista contra o golpe, pela Reforma Política e pela Democratização da Mídia.


18/11/2014

Sem organização, o partido é uma máquina desmontada. Debate com o presidente do 2º Diretório Zonal e outros companheiros.


18/11/2014

Por um partido indutor, organizador e dirigente das mobilizações dos trabalhadores.


19/11/2014

O que é "construir o partido".


20/11/2014

Não existe mobilização espontânea. A importância do partido militante e dirigente.


20/11/2014

Por um partido indutor, organizador e dirigente das mobilizações dos trabalhadores.


21/11/2014

O que é "organizar a base do partido".


21/11/2014

O impeachment de Dilma continua sendo a estratégia da oposição de direita.


22/11/2014

Sobre uma esquerda que não tem noção da própria fragilidade e sua revolta injustificada ante o convite de Dilma à Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura.


22/11/2014

Próxima missão dos petistas: Pacto pela Construção Partidária.


24/11/2014

O que tem feito os membros de diretórios do PT? Pacto pela Construção Partidária já.


16/11/2014

Sem organização, não há democracia partidária.


28/11/2014

Não existe partido organizado sem dirigentes disciplinados.


29/11/2014

Correlação de forças e administração partidária: Dois temas que precisam ser estudados e discutidos pela vanguarda petista.


02/12/2014

Artigo 87 do Estatuto do PT: Manter em dia o cadastro de filiados.


02/12/2014

Artigo 88 do Estatuto do PT: Manter os filiados informados sobre as ações do partido.


02/12/2014

A importância dos quadros organizadores.


02/12/2014

Dilma manda, Levy obedece ou cai fora.


03/12/2014

Máquina desmontada não serve prá nada.


04/12/2014

Por uma máquina de organizar e mobilizar multidões.


05/12/2014

Razões da inação do PT.


06/12/2014

O que é "administrar o partido". (1)


07/12/2014

O que é "administrar o partido". (2)


07/12/2014

Sem Administração não se realiza a Política.


09/12/2014

Contra o golpe, construir o partido e mobilizar os trabalhadores.


09/12/2014

Pacto petista pela Construção Partidária.


10/12/2014

Sem comando, organização e disciplina, o PT não conseguirá resistir ao golpe.


11/12/2014

Uma decisão urgente.


12/12/2014

Estratégias e táticas precisam de meios para serem realizadas.


14/12/2014

Povo desorganizado e desmobilizado é povo fraco.


14/12/2014

É hora de fazer do PT uma máquina de organizar e mobilizar multidões.


15/12/2014

Sem organização, o partido é uma ferramenta de luta desmontada.


16/12/2014

Os dirigentes que o PT precisa.


17/12/2014

Sem partido organizado e mobilizado, não se faz revolução, nem reformas.


17/12/2014

Missão dos diretórios e condição para que possa ser cumprida. (1)


18/12/2014

Missão dos diretórios e condição para que possa ser cumprida. (2)


19/12/2014

O voto nas urnas não pode ser um cheque em branco em favor dos eleitos.


19/12/2014

O voto nas urnas do PED não pode ser um cheque em branco em favor dos eleitos.


25/12/2014

Não cobrem da Dilma. Cobrem dos membros de diretórios.


25/12/2014

Está fadada à derrota uma esquerda que despreza a construção partidária e a organização das massas.


26/12/2014

Resolução do Diretório Nacional do PT sobre a Reforma Política e algumas perguntas.


27/12/2014

Crítica ao desprezo pela construção do partido e pela administração dos seus diretórios.


27/12/2014

Os presidentes de diretórios e seus secretários são os maiores responsáveis pela construção do PT.


27/12/2014

É preciso acabar com o desprezo pela administração do partido.


28/12/2014

O partido está para a luta política, assim como o exército está para a guerra.


29/12/2014

Os diretórios estão para o partido, assim como, para o exército, estão as unidades militares de combate.


30/12/2014

Condições para o bom funcionamento do partido.


30/12/2014

A vanguarda petista precisa vencer seu preconceito contra a administração partidária.


03/01/2015

Contra os Diretórios Fantasmas, um Pacto Pela Construção Partidária.


04/01/2015

Democracia interna e poder de ação do partido dependem do funcionamento dos diretórios.


06/01/2015

A fonte de todos os recursos que o PT precisa para se renovar.


07/01/2015

Abaixo os diretórios fantasmas.


07/01/2015

Concepção de partido aprovada no 5º Encontro Nacional do PT, de 1987.


21/01/2015

Petistas, salvem o PT!!!


01/02/2015

Se queremos... então, temos...


02/02/2015

É hora de fazer do PT uma máquina de organizar e mobilizar multidões.


02/02/2015

Sem partido organizado e mobilizado, todo ideal político morre no discurso.


08/02/2015

Sem Administração, não se realiza a Política.


09/02/2015

A democracia interna e o poder de ação do partido dependem do funcionamento dos seus diretórios.


20/02/2015

Uma máquina de organizar e mobilizar multidões. (1)


20/02/2015

Uma máquina de organizar e mobilizar multidões. (2)


23/02/2015

Junho pode ser tarde demais para reagir.


26/02/2015

Contra o golpe e pela democracia, construir o partido e mobilizar os trabalhadores.


27/02/2015

É hora de organizar e mobilizar o PT, para que o PT organize e mobilize as massas.


27/02/2015

O primeiro passo para se organizar o partido é organizar e atualizar o cadastro de filiados de cada diretório.


27/02/2015

Pela criação de comitês de filiados por bairro.


28/02/2015

A força de um partido está na organização e disciplina dos seus membros.


28/02/2015

Porque defendo a organização dos filiados do PT em Comitês de Bairro.


28/02/2015

Cadastro de filiados e Comitês de Bairro.


09/03/2015

A indisciplina dos dirigentes do PT está conduzindo o partido à ruína.


10/03/2015

O estatuto do PT e a disciplina dos dirigentes.


10/03/2015

Sem dirigentes disciplinados, não há organização partidária.


11/03/2015

Se houvesse um golpe hoje.


15/03/2015

Dia 13 e os próximos passos. A internet é a nossa mídia.


15/03/2015

Notável desdém, inexplicável apatia.


21/03/2015

Por que o 1º Diretório Zonal não funciona?


24/03/2015

O PT e a frente de esquerda.


30/03/2015

Os problemas organizativos e funcionais de hoje começaram em 82.


15/04/2015

Enquete de Rui Falcão, sobre a decisão do PT de abrir mão, voluntariamente, de doações empresariais.


15/04/2015

Lutar ou morrer.


16/04/2015

Petistas, apertem os cintos.


16/04/2015

Um cachorro velho e desdentado.


16/04/2015

"Dirigentes partidários, personalidades públicas e detentores de mandatos eletivos são filiados com deveres superiores aos demais." (1º Congresso Nacional do PT, 1991)


16/04/2015

O PT no corredor da morte.


17/04/2015

Acabou a mamata dos dirigentes fantasmas.


17/04/2015

Decisão histórica: O PT não aceita mais doação de empresas.


29/04/2015

E o PT é um carro enguiçado.


06/05/2015

Virou zona, tá valendo tudo.


08/05/2015

Re: Virou zona, tá valendo tudo. (1)


08/05/2015

Re: Virou zona, tá valendo tudo. (2)


14/05/2015

Só uma rebelião da militância pode salvar o PT do suicídio político.


15/05/2015

Re: A saída é pela esquerda.....POR UM FRENTE DE ESQUERDA COM FREIXO EM 2016!!! (3)


22/05/2015

A vitória depende da execução perfeita de uma estratégia correta.


22/05/2015

A saída é pela esquerda. Mas é preciso ter força para abrir a porta.


28/05/2015

Por que se resiste tanto à ideia de que o partido precisa de administração?


28/05/2015

De que adianta ter 1,7 milhão de filiados desorganizados e desmobilizados?


28/05/2015

Por que somos este exército de impotentes?


29/05/2015

Não existe organização espontânea.


13/06/2015

Ao 5º Congresso, seis propostas de medidas para garantir o funcionamento pleno e regular dos diretórios.


25/06/2015

Seis propostas de medidas para garantir o funcionamento pleno e regular dos diretórios.


01/08/2015

Seis propostas de medidas e uma condição básica para o funcionamento pleno e regular dos diretórios do PT.


19/08/2015

Diálogo sobre o PT, com Marat Calado.


24/08/2015

"O PT precisa de uma revolução interna", diz Lula.


25/08/2015

A revolução no PT, que Lula propõe, pode começar com um Encontro Nacional Extraordinário.


28/08/2015

Sete propostas de medidas e uma condição básica para garantir o funcionamento pleno e regular dos diretórios do PT.


03/09/2015

O que têm feito os presidentes de diretórios e seus respectivos secretários?


04/09/2015

O partido está para a luta política, assim como o exército está para a guerra.


05/09/2015

O estatuto do PT e a disciplina dos dirigentes. CUMPRA-SE.


08/09/2015

Diálogo com Marat Calado sobre a disciplina dos dirigentes petistas.


27/01/2016

Breve balanço do meu projeto de diretório zonal e das minhas reflexões sobre a administração partidária.


sábado, 6 de fevereiro de 2016

É hora de lutar contra a burguesia pelas reformas estruturais.

Quem dá o tom do discurso do governo, quem define o padrão de atuação dos ministros, é a presidenta Dilma. Portanto, é injusto crucificar José Eduardo Cardozo, que ali não faz mais do que cumprir ordens.

E essa postura recuada que tanto Dilma, quanto Lula e o próprio PT mantém ante os ataques da mídia de direita é, na verdade, determinada pela estratégia política que o partido, influenciado pelo seu maior líder, resolveu adotar desde 2002. Esta estratégia consiste em não brigar com a burguesia e sim conciliar com ela.

A implementação da estratégia de conciliação da classe trabalhadora com a burguesia começou com a Carta ao Povo Brasileiro - que em artigo, hoje, Leonardo Boff chama de Carta aos Banqueiros -, de Lula, foi efetivamente implementada a partir do primeiro do ex-presidente, deu resultados até meados do primeiro mandato de Dilma, mas agora se mostra inteiramente esgotada, incapaz de produzir novos frutos para os trabalhadores.

A estratégia de conciliação de classes impôs ao PT, na verdade, a renúncia à disputa política com os partidos e instituições representantes da burguesia. Por isso é que a burguesia, através da sua mídia e dos seus paus mandados no ministério público, na PF e no Judiciário, batem sem dó no PT, em Lula e em Dilma, e não se vê um esboço sequer de reação à altura dos agredidos.

E o PT não se defende simplesmente porque está amarrado e imobilizado por esta estratégia de conciliação de classes. Dilma, por sua vez, já disse com todas as letras e mais de uma vez que a opinião do PT não a influencia. E apesar destas declarações da presidenta, o PT ainda a apoia incondicionalmente, mesmo quando ela trai compromissos de campanha e adota o programa econômico defendido pela Globo e por Aécio Neves. O que fazer, então?

Em primeiro lugar, é preciso mudar a estratégia política do PT, acabar com a conciliação de classes e declarar guerra à burguesia, pela realização das reformas estruturais necessárias para o avanço do projeto petista, reformas que ferem os interesses da burguesia e que por isso mesmo sofrem oposição da sia mídia e dos seus partidos.

E, em segundo lugar, não é possível mais admitir que o PT subordine sua atuação à vontade da presidenta Dilma. Ainda mais quando a própria Dilma diz que a opinião do PT não a influencia, ela que dá sempre tantas satisfações ao mercado financeiro. Certamente foi a opinião do mercado que Dilma ouviu quando resolveu fazer o seu ajuste fiscal, cortando investimentos e direitos dos trabalhadores, e mantendo a política de juros altos que alimenta esta indecente e nunca questionada "bolsa banqueiro".

O apoio do PT a Dilma e a própria permanência do partido em seu governo devem ser condicionados ao compromisso da presidenta com a luta pelas reformas estruturais que o PT tem no seu programa e com a renuncia à subserviência que tem caracterizado os governos petistas, desde Lula, aos milionários especuladores do mercado financeiro.

É hora de parar de iludir os trabalhadores com a falsa promessa de prosperidade geral sem luta contra a classe que os explora e que concentra quase toda a riqueza produzida com o suor dos seus esforços.

É hora de dizer claramente aos trabalhadores quem são os seus inimigos, os inimigos da justiça social e da democracia, que usurpam diariamente a maior parte das riquezas do país.

Os milionários empresários das finanças, da indústria, do comércio e da agricultura, não têm outro objetivo na vida senão enriquecer ainda mais à custa da exploração do suor alheio e à custa do empobrecimento de milhões de trabalhadores.

Estes empresários constituem a grande burguesia que patrocina a Globo, o PSDB e todos os demais partidos e órgãos de mídia envolvidos na sórdida campanha que se feito contra Lula e o PT. Isto que eles estão fazendo, na verdade, se chama "luta de classes".

E é luta de classes o que Lula, Dilma e o PT devem fazer contra a burguesia. Porque se não fizerem a classe trabalhadora será derrotada, sem lutar, pela burguesia, o projeto petista será interrompido e veremos no país um enorme retrocesso, mesmo antes das eleições de 2018, nos avanços conquistados até agora.

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

PT do Rio: Só um movimento interno de massas pode derrotar a máquina pesada do fisiologismo.

(Mensagem enviada à lista de e-mails do 1º Diretório Zonal)

Companheiros.

Ontem eu saudei aqui com muito entusiasmo o lançamento do manifesto dos núcleos Largo do Machado, Eder Sader e Zé Dirceu, e propus, logo em seguida, que ele fosse transformado em abaixo assinado. Disse em minha mensagem:
"Ricardo e demais companheiros.

Eu proponho que este manifesto seja transformado num abaixo-assinado, para nos mobilizar a todos e para envolver neste movimento a expressiva base de filiados que está fora dos núcleos, das listas de e-mail e do Facebook do 1º diretório, dando a estes filiados a possibilidade de expressarem sua adesão e de serem incorporados às próximas atividades.

Silvio Melgarejo

01/02/2016"
Quero reiterar aqui o meu apelo para que se discuta esta proposta, acrescentando mais alguns argumentos em seu favor. Em primeiro lugar, é preciso considerar que o que dá valor político a um manifesto são as adesões que ele recebe. E que a forma mais comum de se expressar adesão a um manifesto é a assinatura. O Manifesto da Internúcleos, por enquanto, só tem as assinaturas dos três núcleos que a compõem. É um bom ponto de partida. Mas acredito que não seja suficiente. Estou certo que os companheiros devem ter consciência de que é preciso conquistar um número muito maior de adesões formais, seja de outros núcleos, seja de filiados do partido individualmente. Porque só assim nós vamos conseguir construir uma mobilização interna de massas, única forma, a meu ver, capaz de derrotar a máquina pesada do fisiologismo que tem governado o PT do Rio.

O PT tem no Rio de Janeiro - e nós, particularmente, aqui nesta zonal - uma imensa base militante ociosa que precisa ser mobilizada para esta luta. O problema é que a quase totalidade desta base não tem canal de comunicação nenhum com o partido e, por isso mesmo, nem deve saber do que está acontecendo agora. E só existe uma maneira de se resolver este problema. Nós temos que ir diretamente a todos estes filiados, um a um, porta a porta, levando notícias do partido, estabelecendo com eles canais permanentes e seguros de comunicação e oferecendo formas diversas de participação, já que estes companheiros estão completamente excluídos do debate interno do PT, dos seus processos decisórios e das suas atividades. Tenho a mais absoluta convicção de que só incorporando à nossa luta este enorme contingente de filiados marginalizados é que nós vamos conseguir mudar a correlação de forças no PT do Rio e impor uma derrota histórica ao fisiologismo.

O abaixo-assinado é uma das formas possíveis de dar voz ao filiado petista, e uma forma que me parece muito apropriada no presente contexto, porque a assinatura agrega efetivamente valor político ao nosso manifesto e permite que uma eventual entrega dele, de maneira formal e pública, aos diretórios municipal e regional, se constitua como um fato político suficientemente relevante para influenciar o rumo dessa disputa

Estou cada vez mais convencido, companheiros, de que a maior resistência dentro do PT ao abandono da estratégia de conciliação de classes, que dá origem à política de alianças que estamos combatendo, vem das lideranças petistas fisiológicas, completamente adaptadas ao modo burguês de fazer política e inteiramente viciadas nas vantagens que este modo de fazer política lhes tem proporcionado. Cada uma destas lideranças usa os recursos do cargo que tem na máquina pública para aliciar adeptos e formar bases artificiais de apoio dentro do PT, exatamente como fazem todos os políticos dos partidos burgueses com quem estas lideranças têm intimamente se relacionado. Não vai ser fácil vencer seus exércitos de apadrinhados. E, no entanto, é este enfrentamento tão difícil, o único caminho que pode nos levar à conquista do nosso objetivo de mudar a atual política de alianças do PT do Rio, fazendo com que o partido rompa a aliança com o PMDB.

Sem prejuízo do investimento na Frente Brasil Popular, considero que devemos priorizar o trabalho político de base junto aos únicos petistas que podem contribuir realmente para a nossa vitória nesta disputa, que são os petistas filiados, por terem direito de voto nas convenções do partido. Porque é disso que precisamos agora, companheiros, para derrotar dentro do PT a candidatura de Pedro Paulo e impor uma candidatura de esquerda. Precisamos de compromissos e de votos para formar maioria na convenção partidária. E estes compromissos e votos não nos cairão do céu, no colo, por obra e graça do Espírito Santo. Vão, ao contrário, nos exigir muito trabalho de convencimento junto àquela imensa base de filiados que tem estado à margem do partido e que pode ser decisiva nessa disputa, se tivermos êxito em trazê-la para a batalha.

O lançamento do Manifesto da Internúcleos foi importantíssimo como iniciativa, não só pelo conteúdo do seu texto, mas pela diversidade das forças políticas que o subscrevem. Mas é preciso reconhecer que a repercussão ainda foi pequena. Este manifesto, ou outro documento semelhante, precisa chegar a todos os filiados do PT do Rio e com todos os filiados do PT do Rio nós precisamos discutir o seu conteúdo. E, não só tentar obter a adesão formal de cada um, mediante a assinatura, mas também o compromisso de suas participações nas atividades da Frente Brasil Popular e de que eles votem, em suas respectivas instâncias, no processo de eleição dos delegados para a convenção municipal do PT.

O movimento contra a aliança com o PMDB e por uma candidatura de esquerda, além disso, para ganhar corpo e atingir seus objetivos, precisa urgentemente definir um plano de lutas, um programa de atividades que possibilitem um acúmulo de forças dentro do partido, suficiente para que se possa derrotar as forças contrárias do fisiologismo. aliadas do PMDB. E a primeira atividade deste plano de lutas pode ser exatamente a coleta, na base de filiados, de assinaturas de adesão ao Manifesto da Internúcleos. O manifesto pode e deve ser mais do que a expressão isolada e efêmera do pensamento de três núcleos, pode e deve ser, além disso, um instrumento importante do trabalho político da vanguarda junto à base de filiados do partido.

No momento em que a máquina do fisiologismo dentro do PT está funcionando a toda força para garantir a manutenção do seu império, adiar as ações de combate político é algo que os núcleos signatários do manifesto e todos os que com ele concordam não podem se permitir. O trabalho de planejamento e organização para a mobilização tem que começar já, sem demora, ou vamos ser atropelados na convenção municipal e ter que engolir esta candidatura do Pedro Paulo.

Saudações petistas,

Silvio Melgarejo

02/02/2016

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Manifesto Internúcleos da 1ª Zonal (Centro-Zona Sul) - 01/02/2016

PARTIDO DOS TRABALHADORES

ELEIÇÃO 2016

MANIFESTO INTERNÚCLEOS DA 1ª ZONAL (CENTRO – ZONA SUL)


Os núcleos e a militância reunidos do Partido dos Trabalhadores reunidos na Internúcleos da 1ª Zonal (Centro-Zona Sul) vem externar sua revolta e divergência com as atitudes do Diretório Municipal, especialmente na aliança com o PMDB.

Nacionalmente, vemos como nosso governo vem sendo acossado por todos os lados, especialmente por “aliados” como o PMDB que, em sua avidez por cargos e poder, chantageia e pressiona para o golpe, onde Michel Temer e Eduardo Cunha são os principais articuladores.

Entretanto, aqui na capital é onde o PT mais sofre com essa aliança que localmente se tornou a mais abjeta subserviência.

A direção do partido abriu mão de disputar a hegemonia política e o projeto histórico do PT em troca de cargos e legitimação do governo de direita do PMDB na capital.

Há oito anos, a militância se vê alijada das instâncias deliberativas, vendo os dirigentes se submeterem cada vez mais ao PMDB, chegando a desfaçatez de aceitar manter a “aliança” antes de qualquer deliberação das bases, em troca de duas secretarias e seus respectivos DAS. Isso talvez explique porque ao arrepio do Estatuto Partidário, dirigentes municipais ocupem cargos na Prefeitura, sem prestar contas a ninguém.

Enquanto grupos e dirigentes partidários cuidam de seus próprios interesses, o Estatuto Partidário é violentado e a democracia interna olimpicamente ignorada. O Diretório Municipal, a Executiva Municipal e o Diretório Zonal, simplesmente não se reúnem, descumprindo os Artigos 80, 84, 87 e 88 do Estatuto do Partido dos Trabalhadores. Além disso, são incapazes de fazer qualquer crítica à gestão municipal, mesmo diante do desastre nas políticas públicas vigentes. E sequer organizam a militância para resistir ao golpe que se articula em Brasília. Entretanto, as reuniões públicas ou privadas com o PMDB e seu prefeito são inúmeras, sempre acompanhadas de elogios rasgados na imprensa burguesa.

A participação do deputado federal do PMDB, Pedro Paulo, na plenária de filiação partidária e formação política do Partido dos Trabalhadores em Bangu revela a postura indigna e politicamente inescrupulosa de tal “aliança”.

Foi deplorável ver dirigentes municipais do partido, presentes ao ato,  permitirem e legitimarem essa violação dos princípios basilares que regem o PT.

A filiação partidária e a consequente formação política são atividades internas do PT, assim como de qualquer partido. Ali se pretende ampliar a base militante partidária, narrar a história do partido desde a sua fundação e explicar a posição ideológica do PT.

Deste modo, já seria completamente inexplicável a presença de um filiado a outro partido numa atividade desse caráter. Pior ainda, sendo de um partido de direita, sem qualquer identidade ideológica conosco e hoje um dos principais algozes do governo federal e do PT.

Não existem tolos nem ingênuos. É evidente a tentativa esdrúxula de empurrar goela abaixo da militância petista subserviência ainda maior ao PMDB, cujas características são opostas à história e trajetória do PT e, com mais forte razão, a candidatura de Pedro Paulo a prefeito. Político de direita e que agride mulheres, o que o torna indigno do seu mandato como deputado federal e, muito mais ainda em pretender a prefeitura do Rio de Janeiro.

Outra postura indecorosa é a filiação, a pedido do prefeito (!), de quinze pré-candidatos do PMDB no PT, para supostamente “alavancar” a nossa bancada, quando na verdade se trata de transformar o partido numa sublegenda da turma dos Cabral, Pezão, Picciani, Cunhas e Paes. Enquanto isso os candidatos verdadeiramente petistas são alijados, em um processo que há anos não é democrático e transparente.

Vimos assim nos opor frontalmente a mais essa tentativa de destruir o Partido dos Trabalhadores e defender que se fortaleça iniciativas como o Saída pela Esquerda e a Frente Brasil Popular, onde iremos nos juntar aos demais militantes que já estão construindo esses fóruns. O resgate da esquerda carioca e do Partido dos Trabalhadores passa pela unidade com os movimentos sociais e populares e pela construção de uma candidatura dentro da Frente Brasil Popular, inclusive podendo ser do Partido dos Trabalhadores.

A Frente Brasil Popular é um projeto estratégico, através do qual não só estaremos nos libertando dessa “aliança” com o PMDB, como também estaremos aprofundando a luta pelas mudanças necessárias na política e economia do país.

Exigimos desse modo que as instâncias formais se reúnam e iniciem o debate, sob pena de serem atropeladas pela base. Enquanto isso, estaremos lutando pela reconstrução do partido e retomada de suas bandeiras históricas.

Conclamamos a militância petista, assim como todos aqueles que se pautam pela grande política e rechaçam alianças espúrias, indecorosas e antidemocráticas, a rechaçar a referida “aliança” e a se somar nessa luta histórica.

A CANDIDATURA PEDRO PAULO NÃO PASSARÁ!

CONSTRUIR A FRENTE BRASIL POPULAR COM UMA CANDIDATURA DE ESQUERDA!

Núcleo Eder Sader

Núcleo Largo do Machado

Núcleo Zé Dirceu