quinta-feira, 16 de abril de 2015

"O PT é um partido NO governo, não um partido DO governo." (1º Congresso do PT, 1991)

(Trechos da resolução política do 1º Congresso Nacional do PT, de 1991)
"54. O PT dirige, hoje, mais de duas dezenas de administrações municipais. 

As eleições de 1992, provavelmente, ampliarão este número. 

Esse fato – para além dos seus aspectos positivos – exige de nós a reafirmação constante, prática e teórica, de que o PT é um partido no governo, não um partido do governo. (...)  

E encaramos como perfeitamente normais as diferenças de visão entre governo e Partido, entendendo que pode ser legítimo e necessário que o Partido critique publicamente e se comprometa com movimentos sociais eventualmente em choque com administrações dirigidas por petistas, sempre que a situação assim o justificar. 

Ao mesmo tempo em que defendemos a autonomia entre as administrações públicas e o Partido, insistimos no fato de que os militantes petistas em cargos na administração e as instâncias de direção devem manter uma relação partidária, sendo imprescindível esgotar todos os canais possíveis antes de tornarem-se públicas as divergências."

Um cachorro velho e desdentado.

Cada vez menos reconheço o meu partido.

O PT tá parecendo um cachorro velho e desdentado, que não morde mais e não tem força nem prá latir.

O partido brochou, mano!

Petistas, apertem os cintos.

O piloto sumiu.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Lutar ou morrer.

Se o PT é um partido de luta, então porque não luta, porque não reage quando é agredido?

Como pode um partido com mais de 1,5 milhão de filiados, cuja militância se diz tão guerreira, ficar tão passivo ante os reiterados ataques que sofre?

Quando é que a militância petista vai reagir?

Quando o registro do PT for cassado?

Está mais do que na hora de os petistas deixarem de lado o espírito conciliador de Lula e buscarem inspiração no espírito realmente guerreiro de Hugo Chaves, com sua combatividade incansável.

Ou isso, ou o PT será destruído.

Destruído pelo ódio da direita bandida ou destruído pela pusilanimidade dos dirigentes do próprio partido.

Ao PT hoje não restam mais que dois caminhos: ou o caminho da luta, ou o caminho da morte.

A militância decide.

Enquete de Rui Falcão, sobre a decisão do PT de abrir mão, voluntariamente, de doações empresariais.

Ontem, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, divulgou em sua página no Facebook a seguinte enquete:

PESQUISA DE OPINIÃO - O PT defende o fim do financiamento empresarial de campanha. Eu defendo que nosso partido precisa abrir mão, VOLUNTARIAMENTE, desse tipo de contribuição. E você? Concorda comigo? Participe da enquete: http://ow.ly/LB93B

Rui Falcão - "PESQUISA DE OPINIÃO: O PT defende o fim do financiamento empresarial de campanha. Eu defendo que nosso partido precisa abrir mão, VOLUNTARIAMENTE, desse tipo de contribuição. E você? Concorda comigo? Participe da enquete: http://ow.ly/LB93B"

Na página da enquete, há o seguinte texto:


"Pelo FIM do financiamento empresarial de campanha - O Diretório Nacional do PT aprovou na última reunião, dia 14/04/2015, a decisão de não mais receber doações de empresas a partir das próximas eleições. Essa decisão será regulamentada durante o 5º Congresso do partido. Caso você ainda queira responder à enquete fique à vontade, este link estará no ar até o dia 22 de maio. Você acha que o PT deve, voluntariamente, abrir mão de doações empresariais para financiar campanhas políticas? Sim ou não?"

COMO  VOTEI

Votei SIM, porque considero que não existe independência política onde há dependência financeira.

Estou convicto de que não será possível haver independência política do PT em relação à burguesia, enquanto da burguesia o partido continuar dependente para o financiamento de suas campanhas eleitorais.

Quem tem que bancar as campanhas eleitorais do PT, com dinheiro, sangue e suor, são os seus mais de 1,5 milhão de filiados e os milhões de eleitores do partido espalhados por todo o país.

Mestre e discípulo, a serviço dos mesmos senhores.